sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Como Windows, OS X e Ubunto estão transformando seu PC em um smartphone

Como o Windows, OS X e Ubuntu estão transformando seu PC em um smartphone

Brad Chacos, PCWorld EUA
29 de agosto de 2013 às 07h00

Convergência entre interfaces, e eventualmente dispositivos, é uma tendência clara entre todos os três maiores sistemas operacionais para computadores pessoais.
A gloriosa era do estrelato do PC acabou. Antes considerados como a “rainha” do baile da tecnologia, os desktops e notebooks agora dividem os holofotes com os smartphones e tablets, e a adoção dos dispositivos móveis pelos consumidores provocou mudanças profundas no cenário da computação.
Os PCs não estão morrendo, mas estão mudando de forma para se tornar mais similares aos “novos brinquedos” desejados pelos consumidores. E há bom motivo para isso. “Os consumidores são basicamente atraídos pela simplicidade e familiaridade”, diz Carolina Milanesi, vice-presidente de pesquisas em tecnologia para o consumidor no Gartner.
Em uma palavra, as pessoas anseiam consistência. E à medida em que a indústria luta para satisfazer esta demanda, os design para os dispositivos móveis está “contaminando” o desktop, embora os “três grandes” sistemas operacionais para computadores pessoais estejam abordando a convergência de formas radicalmente diferentes.
“A filosofia da Microsoft é ‘OK, queremos ser consistentes em todos os nossos sistemas operacionais’ e a forma como decidiram atingir esse objetivo foi criar um sistema só para tudo”, diz Ben Bajarin, diretor de tecnologia de consumo da Creative Strategies. “Já a Apple disse: ‘Bem, vamos fazer dois sistemas, mas ter gestos e alguns aspectos da interface em comum, para que a experiência geral seja consistente”.
E nem chegamos ao que está acontecendo no mundo Linux, com o audacioso Ubuntu Touch da Canonical. A seguir examinaremos como elementos do mundo móvel estão se infiltrando no Windows, OS e até mesmo no Linux.
Windows 8
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Um All in One Dell XPS 27
Determinada a acelerar suas ambições no mercado móvel, a Microsoft deu ao Windows 8 apps mais adequados para uso em tablets, controles por gestos e uma nova Tela Iniciar com “blocos dinâmicos” (Live Tiles) como no Windows Phone. Mas o desktop tradicional ainda está disponível. É o melhor dos dois mundos, certo? Não exatamente.
Projetar um único sistema operacional capaz de rodar em múltiplos formatos de hardware levou a alguns problemas de usabilidade gritantes. Em vez de parecer um sistema operacional unificado, o Windows 8 está mais para um Frankenstein, com o desktop e a interface moderna cruamente costurados um ao outro em vez de trabalhando de forma coesa.
“Quando a Microsoft começou a falar sobre o Windows 8, havia muito otimismo ao redor dele, já que somos uma geração que prioriza a mobilidade, a computação móvel é importante e a Microsoft estava tentando uma unificação”, diz Bajarin. “O problema é que a empresa fracassou na implementação”.
Embora os fãs do desktop consigam “se virar” com a interface moderna, seus botões grandes e espaços vazios claramente foram projetados para toques e gestos em vez de mouse e teclado. Todo o espaço vazio na tela exige rolagem extra com o mouse, e a ausência de informações diretamente visíveis exige muitos cliques extras para acessar menus. E menus ocultos e barras de atalhos podem funcionar bem em tablets, mas não parecem tão naturais em desktops.
O problema não é limitado apenas aos PCs. Tentar usar o desktop do Windows num tablet é um exercício em frustração, por causa da fontes pequenas e botões menores ainda em software “clássico” (ou seja, os milhares de programas escritos para quaisquer versões anteriores do Windows). “Parte do problema em usar um aparelho com tela sensível ao toque é que, no instante em que você deixa o ambiene moderno, mal consegue usar o toque”, diz Bajarin.
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Um típico app do Windows 8. Espaço vazio na interface é um desperdício num PC desktop
Alguns ajustes e utilitários cruciais só funcionam no desktop, enquanto outros apenas na interface moderna. Por causa disso o Windows 8 tem o péssimo hábito de arrancar o usuário de uma interface e jogá-lo na outra quando menos se espera. Uma experiência desconcertante, para dizer o mínimo.
Por outro lado, depois que você supera a substancial curva de aprendizado a experiência consistente no Windows 8 lhe permite usar qualquer hardware com o sistema operacional, independente do formato, sem um período de adaptação.
A longo prazo, especialmente após o lançamento do Windows 8.1, os benefícios da abordagem da Microsoft podem superar as atuais dificuldades. Mas a curto prazo, a Microsoft pode estar forçando os consumidores acostumados ao desktop a dar um passo maior do que suas pernas.
Mac OS X
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Um MacBook Pro com tela "Retina"
O lado inverso da moeda da convergência é a Apple. Dada a força da empresa no mercado de dispositivos móveis, você poderia acreditar que a empresa estaria ansiosa para fundir o iOS e o OS X, mas até o momento ela adotou uma abordagem muito mais cautelosa.
O extenso alcance do iPad e iPhone está certamente afetando os Macs, mas de uma forma muito mais sutil. O OS X Lion introduziu elementos do iOS como o LaunchPad, a Mac App Store e apps em tela cheia ou rodando dentro de uma sandbox. O OS X Mountain Lion adicionou uma gama maior de gestos multitoque, uma central de notificações, o iCloud, um app de mensagens e alguns apps nativos que apareceram primeiro nos dispositivos móveis. E o OS X Mavericks, que será lançado ainda neste ano, adiciona ao “pacote” o Maps e o iBooks.
São passos pequenos, em vez de um súbito e traumático mergulho rumo a algo novo e desconhecido como no Windows 8. E a cada passo no caminho a Apple tentou integrar os recursos do iOS ao contexto do desktop do OS X, em vez de simplesmente forçar uma peça redonda a se encaixar em um buraco quadrado. A Central de Notificações no OS X não é uma cópia exata da versão no iOS, por exemplo, embora no geral se comporte da mesma forma.
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A Central de Notificações no Mac OS X é muito similar, mas não idêntica, à do iOS
O lado negativo desta abordagem, claro, é que a Apple não tem exatamente os mesmos apps e interface em toda sua linha de hardware, ao contrário do Windows 8. Mas os especialistas concordam que isso é algo bom.
“O Windows 8 se parece com dois sistemas operacionais drasticamente diferentes, e dois paradigmas de interface drasticamente diferentes, lutando pra fazer a mesma coisa”, diz Bajarin. “A Apple deixa um PC ser um PC, e um dispositivo móvel ser um dispositivo móvel. Semelhanças e consistências existem, mas não estão quebrando o paradigma”.
“Gostei de ver que a Apple foi mais gentil ao introduzir elementos da mobilidade”, diz Wes Miller, um vice-presidente de pesquisa da Directions on Microsoft. “Não vou dizer que nunca haverá um Mac com uma tela sensível ao toque. Mas se ele aparecer, acredito que a Apple irá se certificar antes de que a App Store esteja pronta”.
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O Magic Mouse da Apple e os touchpads nos MacBooks são a referência em gestos no PC
Ambos os especialistas admiram a forma como a Apple integrou elementos multitoque nos Macs usando um touchpad, em vez de telas sensíveis ao toque. Os touchpads permitem o uso de gestos de uma forma que parece muito mais natural do que levantar as mãos do teclado ou mouse e esticar o braço para “cutucar” o monitor, minimizando o impacto físico do toque em seu fluxo de trabalho. Tecnicamente o Windows 8 oferece a mesma coisa, mas a maioria dos touchpads em notebooks é horrível.
Não espere que a convergência entre Macs, iPhones e iPads termine com o OS X Mavericks. Como aponta Miller, o site do iCloud foi recentemente atualizado com um visual “muito similar ao do iOS 7. Isto me faz pensar que poderemos esperar, em 2014, um OS X com um visual na mesma linha”.
Ubuntu
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Conceito de um smartphone com Ubuntu Touch conectado a um monitor, agindo como um PC desktop
Podem abaixar as pedras! Eu sei que o Linux é um ecossistema complexo e variado resultante da interação de um número quase infinito de distribuições (ou “distros”) e interfaces. Mas neste artigo tenho que focar em apenas uma “versão”, e é o Ubuntu, que chamou a atenção com a (fracassada) campanha de crowdfunding do Ubuntu Edge.
De certa forma, o Ubuntu Touch e o smartphone Ubuntu Edge são ainda mais avançados que os ecossistemas da Microsoft e da Apple. O Ubuntu Touch funciona de forma muito similar a outros sistemas operacionais, como o Android, quando você usa um aparelho como um smartphone, com apps, controle por gestos e tudo o mais. Mas quando você conecta um aparelho com o sistema a um monitor, teclado e mouse externos, o aparelho passa automaticamente a rodar um ambiente desktop completo, como um PC com o Ubuntu instalado, com direito a “sudo apt-get install” e tudo mais.
Contatos, fotos, vídeos e outros arquivos podem ser acessados de qualquer lado do sistema. É insanamente ambicioso, e uma prévia do futuro onde um único aparelho poderá lidar com todas as nossas necessidades computacionais. Mas há dois problemas.
Em primeiro lugar, até o momento nenhum fabricante de hardware declarou abertamente que pretende usar o Ubuntu Touch em seus aparelhos. E o motivo provavelmente está ligado ao segundo problema: ainda não estamos vivendo em um mundo onde possamos usar apenas um dispositivo.
“O Ubuntu Edge tem um paradigma de interface muito centrado no futuro”, diz Bajarin. “Não acredito que seja algo que veremos “estourar” logo… acredito que um dia, quando tivermos tanto poder de processamento em nossos smartphones e tablets que não haverá motivo para que eles não possam controlar todas estas outras telas e se tornar todos estes outros PCs. E acredito que o que a Canonical está fazendo com seu software de modo “duplo” é bastante interessante.”
“É um conceito muito intrigante, e podemos argumentar que ao longo dos próximos 5 ou 10 anos, todas a tecnologia necessária estará disponível para oferecer uma experiência tão boa quanto a que você tem hoje em um notebook ou desktop”.
Mas o hoje e o amanhã são diferentes, e não é surpresa que a campanha para o financiamento do Ubuntu Edge não tenha tido sucesso.
Para o infinito e além!
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Um Lenovo IdeaPad Yoga, um dos muitos computadores híbridos que estão chegando ao mercado
Quer você queira ou não, estamos à vésperas de algo diferente, à medida em que a indústria da computação luta com a gigantesca mudança que está arrastando o PC monolítico para um fururo onde múltiplas telas e experiências consistentes e coesas entre múltiplos dispositivos são a norma. E essa mudança está vindo rápido!
“Se você voltar cinco anos no tempo, para 2008, o iPhone ainda era um recém nascido e as pessoas não tinham certeza de que ele teria sucesso”, diz Miller. O primeiro iPad ainda levaria dois anos para chegar. “A tecnologia está mudando de forma tão incrivelmente rápida que os formatos e interfaces que estaremos usando em cinco anos são algo que nem conseguimos imaginar hoje. Vamos olhar pra trás e rir do que estávamos usando em 2013”.
Os tempos estão mudando, e embora a abordagem cautelosa da Microsoft na fusão de elementos móveis com um sistema operacional desktop possa ser a mais confortável para os consumidores a curto prazo, não se surpreenda em ver Macs e PCs chegando a pontos similares daqui a alguns anos. As estratégias são diferentes, mas o objetivo ainda é o mesmo: consistência.
Quem sabe? Talvez a Microsoft e a Apple acabem no mesmo lugar onde o Ubuntu está tentando chegar.

O Ubuntu Edge está morto, mas o sonho não acabou

O Ubuntu Edge está morto, mas o sonho não acabou

Brad Chacos, TechHive
26 de agosto de 2013 às 07h00

O público demonstrou interesse, e outros aparelhos poderão realizar o ideal de um dispositivo único para todas as necessidades.
Estamos aqui reunidos para lamentar a morte do Ubuntu Edge. Este ambicioso projeto tentou eliminar as distinções entre o smartphone e o PC, e embora tenha existido por apenas um breve período, brilhou o suficiente para que seu legado persista no coração de uma futura geração de smartphones.
A audácia do projeto estava visível desde o começo. Equipado com hardware avançadíssimo e rodando não menos do que três sistemas operacionais diferentes, o Edge certamente era capaz de se destacar quando o assunto eram as especificações técnicas. Mas além de toda a RAM, tela protegida por cristal de safira e trio de sistemas operacionais, o Ubuntu Edge foi um “profeta”, criado para nos levar a uma era onde um único aparelho seria capaz de controlar muitas telas, e ser muitas coisas: um smartphone quando você precisa de portabilidade, e um desktop quando é necessário ser produtivo.
É um conceito atraente. Milhares de pessoas declararam seu apoio, e mais de US$ 12 milhões foram arrecadados, superando todos os recordes anteriores de “crowdfunding”. Mas como muitos outros profetas ao longo dos séculos, o Ubuntu Edge morreu antes de atingir seu objetivo de US$ 32 milhões.
Mas a história não termina aqui.
O Ubuntu Edge sempre foi projetado para ser não mais do que apenas um passo na jornada visionária da Canonical rumo ao futuro. Um passo inspirador e glorioso, sim, mas apenas um passo, e sempre destinado ao fracasso. A visão do Ubuntu Edge já está atraindo operadoras como mariposas são atraídas pela luz, e de acordo com a Canonical, há fabricantes juntando a coragem para levar adiante as idéias do Edge, com os primeiros smartphones Ubuntu projetados para chegar ao mercado em 2014.
Os discípulos do Edge não serão tão inspiradores quanto o próprio, mas não precisarão ser. O Ubuntu Edge era um sonho, mas aparelhos menos sofisticados baseados no Ubuntu Mobile são a realidade à qual a Canonical quer chegar.
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A interface do Ubuntu no modo smartphone
“O Edge é um carro conceito, que só 40% das pessoas poderiam dirigir”, disse Mark Shuttleworth, fundador da Canonical, ao The Guardian. “Mas também estamos trabalhando em um aparelho que é o equivalente a um automóvel para as massas. Gostaria muito de ver o Edge se tornar realidade, mas nunca esperei que a maioria dos usuários do Ubuntu Mobile viesse dele, mas sim através das lojas. Francamente, gostaria de ver fabricantes de aparelhos modificando seus smartphones Android e colocando o Ubuntu Mobile neles”.
Mas o caminho pode ser traiçoeiro. Embora aparelhos Android modificados para rodar o Ubuntu Mobile certamente possam ser capazes de honrar o legado do Edge, os resultados concretos podem variar, fazendo o “super smartphone” da Canonical se revirar no túmulo. Rodar uma versão desktop completa do Ubuntu exige mais poder de processamento que o disponível em um típico aparelho de baixo custo, e modelos que façam isso aos solavancos podem matar o sonho de um “dispositivo único” mais rápido do que o fracasso do Edge poderia fazer.
Uma visão para o futuro
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Conectado a um desktop, o Ubuntu Edge rodaria exatamente a mesma versão do Ubuntu que os PCs
Mas os fiéis não precisam temer. Mesmo que os smartphones atuais não consigam realizar o sonho, os melhores dias do Ubuntu Edge ainda podem estar pela frente. Nas palavras de Ben Bajarin, diretor de tecnologia de consumo da Creative Strategies:
“O Ubuntu Edge tem um paradigma de interface muito centrado no futuro”, me disse ele recentemente, nos últimos dias da campanha. “Não acredito que seja algo que veremos “estourar” logo… acredito que um dia, quando tivermos tanto poder de processamento em nossos smartphones e tablets que não haverá motivo para que eles não possam controlar todas estas outras telas e se tornar todos estes outros PCs. E acredito que o que a Canonical está fazendo com seu software de modo “duplo” é bastante interessante.”
“É um conceito muito intrigante, e podemos argumentar que ao longo dos próximos 5 ou 10 anos, todas a tecnologia necessária estará disponível para oferecer uma experiência tão boa quanto a que você tem hoje em um notebook ou desktop”.

Ubuntu Edge

Canonical recorre ao crowdfunding no projeto do smartphone Ubuntu Edge

22/07/2013 - 13h18 - Atualizada em 22/07/2013 - 13h35


Aparelho servirá como plataforma de teste para as mais novas tecnologias em dispositivos móveis
A Canonical está recorrendo ao "crowdfunding" para tornar realidade o projeto de um "smartphone conceito" chamado Ubuntu Edge. Segundo Mark Shuttleworth, fundador da empresa, o aparelho será uma plataforma para teste de "tecnologias de ponta" em dispositivos móveis, que já existem mais ainda não são amplamente adotadas pelos grandes fabricantes.
O aparelho terá um chassi feito de metal, com uma tela de 4.5 polegadas e resolução de 1280 x 720 pixels protegida por cristal de safira em vez de vidro, um material tão resistente que só pode ser arranhado por diamantes. Qualidade de imagem, em vez da resolução, será o fator determinante na escolha da tela, levando em conta a precisão de cor, brilho e faixa dinâmica.
Quando plugado a um monitor externo o Ubuntu Edge se comportará como um PC Desktop rodando uma versão completa do Ubuntu, por isso é necessário muito poder de processamento. O Edge usará "o processador multi-core mais rápido disponível", acompanhado pelo menos 4 GB de RAM e 128 GB de memória interna.
Em termos de conectividade, o aparelho terá duas antenas LTE para acesso a redes 4G em alta velocidade, tanto nos EUA quanto na Europa. E para alimentar tudo isso terá uma bateria usando a tecnologia de "ânodo de silício", que tem mais capacidade que as atuais Lítio-Polímero, ocupando menos espaço. O Ubuntu Edge será um smartphone "dual-boot", capaz de rodar tanto o Android quando a versão para smartphones do Ubuntu.
O Ubuntu Edge é um projeto em "crowdfunding", ou seja, só será produzido se um número suficiente de pessoas se interessarem em patrocinar a idéia, e o objetivo é arrecadar US$ 32 milhões em 31 dias. As contribuições vão de US$ 20, o que garante ao patrocinador seu nome entre os "fundadores" do projeto, a US$ 80 mil, um pacote para empresas com 100 aparelhos e 30 dias de suporte técnico online. Quem quiser apenas o smartphone terá de desembolsar US$ 600 até as 12:00 deste dia 23 de Julho, ou US$ 830 depois disto.
Mais informações sobre o Ubuntu Edge estão disponíveis na página oficial do projeto no site Indiegogo.

NOTA:  a Canonical não alcançou a quantia necessária e fechou.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

5 alternativas ao Power Point...

Cinco alternativas ao PowerPoint para criar apresentações

Rick Broida, PCWorld EUA
11 de julho de 2013 às 07h00

No PC, no tablet ou na web, estes programas irão lhe ajudar a criar e exibir apresentações mais atraentes em qualquer lugar.
Qual aplicativo lhe vem à mente ao criar slides para uma apresentação? Para a maioria das pessoas, é o Microsoft PowerPoint. Mas ele não é a única opção: há muitas outras ferramentas e serviços que são mais legais, mais rápidas, mais fáceis de usar e, em quase todos os casos, mais baratas.
Juntamos cinco interessantes alternativas ao PowerPoint, incluindo serviços na Web que dispensam a instalação de software, e apps para dispositivos móveis que permitem criar slides e apresentá-los em qualquer lugar. Não incluímos opções já bastante conhecidas como o Google Docs, OpenOffice ou Zoho Show, todas gratuitas e com recursos para criar apresentações, mas que não mudaram muito nos últimos anos.
Nosso objetivo é mostrar ferramentas que lhe permitam apresentar uma idéia de uma forma um pouco diferente, para que seu público não morra de tédio no meio da reunião. E se der pra economizar um dinheiro com isso, melhor ainda!
Haiku Deck (iPad)
O Haiku Deck foi projetado para transformar suas idéias em belas apresentações no tempo que você leva para ir de ônibus ao trabalho. O segredo? Acesso a um rico acervo integrado de imagens e ilustrações gratuitas.
De fato, metade do trabalho na criação de slides atraentes é encontrar imagens adequadas para usar junto com o texto. O Haiku Deck permite que você adicione as suas próprias (selecionadas na galeria de seu aparelho, ou obtidas com a câmera), mas também permite buscar na internet por milhões de imagens gratuitas, licenciadas sob a Creative Commons, de acordo com as palavras que você usou no slide.
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Haiku Deck: dê forma às suas idéias rapidamente
Imagine que o slide contém as palavras “Lucro” e a frase “Impressão em 3D”. Você rapidamente verá uma lista de miniaturas que combinam com estes termos. Toque no que te agradar e pronto! Você tem o fundo perfeito para seu slide. Você também pode usar um fundo com uma cor sólida e inserir gráficos de pizza ou barra, entre outros estilos (com rótulos e números adicionados manualmente).
O Haiku Deck foi desenvolvido para permitir a criação rápida de slides atraentes, e é ótimo para essa tarefa. Quando terminar você pode compartilhar a apresentação via Facebook, Twitter ou Email, ou obter um código para embutí-la em um site. Também é possível exportar a apresentação para que possa ser refinada em programas com o PowerPoint ou Keynote.
O Haiku Deck tem algumas limitações: não tem suporte a sons, transições ou animações, e você não pode posicionar manualmente o texto ou mudar a cor de fundo de gráficos. Na verdade, tentativas de fazer uma mudança radical no slide frequentemente resultam na perda do seu trabalho. O programa precisa desesperadamente de uma opção “Salvar”.
Ainda assim, depois que você compreender a mecânica do Haiku Deck irá ver que ele é uma ótima ferramenta para apresentações curtas, simples e atraentes em qualquer lugar. E o preço é imbatível: grátis, com temas extras à venda dentro do próprio app.
Kingsoft Presentation Free (Windows)
Se você procura uma alternativa mais tradicional ao PowerPoint, uma que rode no Windows e seja bastante similar ao processo “tradicional” de criação de slides, tem no Kingsoft Presentation Free uma opção atraente. O app está disponível separadamente ou como parte do pacote Kingsoft Office Suite Free 2013, e deve ser o suficiente para atender à maior parte de suas necessidades em apresentações.
Se você já é familiarizado com o PowerPoint, terá uma grande vantagem ao usar o Presentation Free: sua interface padrão segue muitos dois conceitos da Ribbon usada nos programas da Microsoft, embora haja uma segunda opção de interface que lembra as versões mais antigas do PowerPoint. De qualquer forma é um produto fácil de aprender, e não importa qual interface escolha, ele tem um recurso agradável que não existe no PowerPoint. Abas para cada documetno, o que torna muito mais fácil alternar entre múltiplas apresentações abertas.
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Kingsoft Presentation Free: um bom "clone" do PowerPoint
A Kingsoft fornece uma generosa biblioteca de modelos que podem ser usados como ponto de partida para suas apresentações, além de uma boa seleção de layouts, esquemas de cor, animações e afins. E há muitos elementos que podem ser adicionados a seus slides, de sons e música de fundo a vídeos e animações em Flash.
Mas o mais importante é que o Presentation Free é capaz de abrir apresentações do PowerPoint, inclusive as salvas no formato .pptx, que é mais recente. Mas só é capaz de salvar no antigo formato .ppt ou em seu próprio formato nativo, .dps. Também há uma opção para converter as apresentações para documentos em PDF.
O Presentation Free é sem dúvida um dos mais atraentes clones de PowerPoint que você pode conseguir, e fora o suporte a macros e scripts em VBA (Visual Basic for Applications), é tão capaz quanto sua versão comercial, parte da Office Suite Professional 2013, que inclui também um processador de textos e planilha de cálculo.
Pixxa Perspective (iPad)
Uma apresentação não é nada mais do que uma história audiovisual. Esta é a idéia por trás do Perspective, uma poderosa ferramenta para o iPad que exige um certo aprendizado, e tem um preço alto.
Criar uma história é como criar uma apresentação. Você cria slides individuais (chamados de “cenas”) e os povoa com dados. Para cada cena o Perspective lhe permite escolher entre imagens/texto, diagramas, vários gráficos (barra, bolha, linha, etc) e PDF. Você também pode importar vários tipos de arquivos, incluindo arquivos do Excel e no formato CSV, informações da área de transferência (clipboard) ou qualquer coisa que tenha armazenado no Google Drive.
E eles não precisam ser elementos estáticos. Os gráficos de barra e bolha do Perspective podem ser animados para que você possa destacar melhor elementos como previsões de vendas e tendências de mercado. Se você não tem ilustrações, pode usar um mecanismo de busca integrado para encontrar imagens online. E para quem leva a apresentação de dados realmente a sério, o Perspective possibilita a criação de diagramas Sankey (tipo especializado de fluxograma), embora este recurso exiga uma compra de US$ 100 dentro do app.
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Pixxa Perspective: gráficos em movimento e fluxogramas especializados
Não é possível embutir vídeos ou páginas web, nem adicionar elementos de áudio como músicas ou efeitos sonoros. Entretanto, depois que sua história estiver completa e pronta para apresentação você pode gravar uma narração. Também é possível fazer um “instantâneo” da história e compartilhá-lo via e-mail ou Twitter, e o recurso Airshow permite compartilhar histórias diretamente com até 10 outros iPads.
Pode ser necessário algum tempo para aprender a usar as várias ferramentas da Perspective, especialmente para arranjar elementos em uma cena e ajustar os dados em gráficos em movimento. Mas não é muito diferente de aprender a usar o PowerPoint: depois que você sabe o que precisa fazer, montar uma apresentação é algo bastante rápido.
Embora inicialmente o app seja gratuito, ele só pode ser usado para criar uma história. Pense nele como um “test drive”. Para habilitar todos os recursos e criar um número ilimitado de histórias é necessário o upgrade para o Perspective Pro, que custa US$ 50.
É preço um tanto salgado em comparação às outras ferramentas que sugerimos nesta matéria, mas o Perspective oferece ferramentas bastante robustas para visualização de dados. E como é completamente “mobile”, você não fica amarrado a um PC.
Prezi (Web, Windows, Mac, iOS)
Muitas apresentações são maçantes com M maiúsculo. Em muitos casos não é porque o conteúdo é chato, é que o público já viu sequências de slides estáticos o suficiente para a vida toda. O Prezi cria atraentes animações customizadas que deixam as apresentações comuns comendo poeira.
Funciona assim: você distribui vários trechos de informação - texto, gráficos, vídeos e afins no equivalente a um quadro branco virtual e tematizado. Como se seus slides do PowerPoint estivessem espalhados sobre uma mesa. E em vez de simplesmente trocar de um slide para outro, como no PowerPoint, o Prezi cria sofisticadas transições com zoom de uma área para a outra, como se uma câmera estivesse “voando” sobre as informações.
O resultado parece algo que uma equipe profissional de efeitos visuais levaria semanas (e milhares de dólares) para criar. Mas na verdade é apenas um modelo do Prezi com suas informações e alguns infográficos extras.
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Prezi: apresentações animadas
No início deste ano o Prezi ganhou um recurso há muito esperado: som. Agora é possível incluir música de fundo que será tocada durante a apresentação, ou mesmo adiconar narração e efeitos sonoros a cada um dos “passos” (transições entre as àreas de uma cena). Pode não parecer grande coisa, mas o Prezi oferece uma experiência tão “cinemática” que praticamente implora por uma trilha sonora.
Também há um app para criar apresentações no iPad e um visualizador para o iPhone, o que significa que você pode criar ou exibir apresentações em qualquer lugar. Ambos são gratuitos, assim como o Prezi Basic, e há opções de upgrade a partir de US$ 59 por ano.
O Prezi é uma das alternativas ao PowerPoint mais legais que já vi, ponto. Se você está tão cansado de criar slides estáticos quanto as pessoas estão de vê-los, deve experimentar o Prezi.
SoftMaker Office 2012: Presentations (Android)
Se a Microsoft algum dia decidisse lançar uma versão do PowerPoint para Android, ele provavelmente teria muito em comum com o SoftMaker Office 2012: Presentations. Este poderoso app custa cerca de R$ 14 e permite não só a criação de apresentações em seu aparelho Android, mas também editar e salvar arquivos nos formatos .ppt e .pptx do PowerPoint.
Sendo justo, o Presentations tem pouco da “finesse” de concorrentes como o Haiku Deck ou o Pixxa Perspective. Na melhor das hipótestes ele é um clone rudimentar do PowerPoint, que permite a criação apenas de slides básicos. Mesmo coisas simples como mudar o fundo de um slide são tarefas difíceis por causa das barras de ferramentas do app, que consistem inteiramente de ícones sem identificação.
Entretanto, ele é capaz de importar apresentações de uma variedade de fontes, incluindo a memória interna e serviços como o Dropbox, Evernote, Google Drive e SkyDrive. É possível fazer a edição básica delas, e depois devolver o resultado aos serviços de origem ou encaminhá-lo via e-mail. Dependendo de que aparelho Android você está usando, é possível conectá-lo a uma TV ou Monitor (via HDMI) e usá-lo para exibir a apresentação, completa com quais sons, transições e animações embutidas. Infelizmente, não há suporte a vídeos.
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SoftMaker Presentations: bom para exibir apresentações, mas não para criar
Em nossos testes o Presentations se saiu bem ao importar uma apresentação em PowerPoint com 54 slides de uma conta no Google Drive para um tablet Nook HD. O processo foi demorado, entretanto, e foram necessários vários minutos para baixar e abrir o arquivo. Mas ele foi exibido com perfeição, incluindo transições e tudo mais.
No fim das contas, este app não é propriamente um substituto do PowerPoint, mas sim uma forma de torná-lo “portátil” com ferramentas simples para a criação de slides básicos e outras mais robustas para acessar suas apresentações já existentes onde estiver. E considerando o preço, é um bom negócio.
Prometa não ser chato
A única experiência mais dolorosa do que ter aturar uma apresentação maçante é fazer uma apresentação maçante. Se um conceito merece ser apresentado, então merece ser apresentado de forma efetiva. Prometa não ser chato: invista um pouco de seu tempo e experimente estes programas para criar uma apresentação que irá prender a atenção de seu público e convencê-los a abraçar suas idéias. Isso pode fazer toda a diferença nos negócios.

5 novas dicas do GMail para usuários avançados

5 novas dicas do GMail para usuários avançados

Kristin Burnham, CIO EUA
27 de maio de 2013 às 07h00

Você pode não perceber, mas a Google constantemente adiciona novos recursos ao GMail. Conheça cinco destas novidades que irão facilitar o seu dia-a-dia.
O design simples, facilidade de uso e muitos recursos legais continuam a atrair usuários ao GMail. E não importa se você está lidando com centenas de mensagens de trabalho todo dia, ou se o usa para se manter em contato com amigos e familiares: ficar de olho nos mais novos recursos pode ajudá-lo a tirar o máximo deste serviço.
A seguir vamos dar uma olhada em cinco dos mais novos recursos do GMail, incluindo a capacidade de adicionar automaticamente compromissos ao seu calendário, mudar a imagem de fundo ou como usar a busca avançada para encontrar exatamente a mensagem que você procura.
1. Adicione eventos ao calendário diretamente do GMail
Se você usa o GMail para marcar ou coordenar reuniões, vai gostar de saber que a Google facilitou a tarefa de criar novos eventos sem ter de sair do GMail. Recentemente, todas as menções a datas e horários nas mensagens aparecem sublinhados.
Pare o cursor do mouse sobre um destes itens para consultar sua agenda na data indicada. Se estiver livre você pode mudar o título, data e hora do evento, e clicar em Add to Calendar para criar o compromisso. O evento no calendário terá um link para o e-mail original, para referência futura.
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Basta clicar em uma referência a data ou hora
em uma mensagem para criar um compromisso
Como este recurso é novo, ele ainda não está disponível para todos os usuários, e no momento só para a aqueles que usam o GMail em inglês (para mudar o idioma, clique na Engrenagem no canto superior direito da página e em Configurações / Geral / Idioma). A Google promete expandir o recurso a mais usuários, e idiomas, em breve.
2. Mude o fundo do GMail.
Além dos vários temas pré-definidos para personalizar a aparência do GMail, você também pode escolher uma entre suas próprias fotos e usá-la como plano de fundo de sua caixa de entrada. É como mudar o papel de parede do Windows.
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Você pode usar qualquer imagem de fundo que quiser no GMail
Clique no ícone da engrenagem e em Configurações / Temas. Em Temas Personalizados escolha Luz ou Escuro. Na janela que surge você pode indicar a imagem que quer usar. Há várias imagens pré-definidas, e você também pode escolher uma que esteja em seu celular, sua conta no Google+ ou em seu computador. É possível até mesmo usar uma imagem que você encontrou na web, basta indicar a URL até ela.
3. Use o Google Drive para enviar arquivos grandes
Se um arquivo é grande demais para ser enviado como um anexo, o Google Drive é uma solução. Com ele você pode “anexar” arquivos de até 10 GB, 400 vezes maiores do que seria possível como um anexo tradicional.
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Com o Google Drive, você pode anexar arquivos de até 10 GB cada
Para enviar um anexo via Google Drive pare o cursor do mouse sobre o ícone do clipe de papel na janela de composição de mensagem, e clique no ícone do Google Drive (o primeiro à direita). Você poderá escolher um arquivo que já esteja em sua conta (opção Meu Disco) ou fazer o upload de um que esteja em seu computador. O Gmail irá verificar se os destinatários tem acesso aos arquivos, e caso haja algo errado irá lhe pedir para mudar suas opções de compartilhamento. Tudo sem sair do GMail.
4. Use operadores de busca avançados
É fácil acumular milhares de mensagens, e às vezes encontrar o que você procura parece ser uma tarefa quase impossível. Mas você pode usar os operadores de busca avançados do GMail para achar rapidamente o que procura.
Os mais novos operadores adicionados pelo Google são uma busca por arquivos de tamanho específico (size:) e por mensagens mais antigas que um determinado período (older_than:). Por exemplo, se você digitam “from:João size:5m” no campo de busca, verá todas as mensagens enviadas pelo João que tenham anexos com 5 MB ou mais.
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Novos operadoras facilitam a busca por mensagens
Da mesma forma, “from:Maria older_than:1y” mostra as mensagens enviadas por Maria há um ano ou mais. O parâmetro y indica ano (year), m mês (month) e d dia (day). Portanto, para encontrar todas as mensagens de Maria enviadas há um mês ou mais, o termo seria “from:Maria older_than:1m”.
O GMail tem uma enorme quantidade de operadores, você pode consultar toda a lista aqui.
5. Adicione múltiplas caixas de entrada ao GMail
O “Várias caixas de entrada” é um recurso experimental do GMail Labs que permite adicionar listas extras de mensagens à sua caixa de entrada, para que você possa ver mais mensagens de uma só vez. Por exemplo, mensagens com estrelas, com um marcador específico, os rascunhos ou o que mais você quiser.
Para habilitar este recurso clique na engrenagem e vá em Configurações / Labs e marque a opção Ativar em frente a Várias caixas de entrada. Depois clique em Salvar alterações no rodapé da página.
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Recurso experimental permite ter múltiplas caixas de entrada
Para personalizar quais caixas de entrada serão mostradas, volte à tela de Configurações e clique na aba Várias caixas de entrada. Você pode adicionar até cinco caixas, definir a posição delas (o padrão é uma em cima da outra) e quantas conversas por caixa irá ver.

AV unistaller facilita a desinstalação de apps no android

AVG Uninstaller facilita a desinstalação de apps no Android

31 de julho de 2013 às 12h14

Utilitário identifica apps que são "peso morto" ou que estão consumindo recursos preciosos, como espaço, bateria ou dados, em seu aparelho.
A AVG lançou recentemente no Google Play o AVG Uninstaller, um app que ajuda a gerenciar, e remover, aplicativos em seu smartphone Android.
Além de indicar apps que são pouco usados e só estão ocupando espaço no aparelho, o Uninstaller ajuda o usuário a identificar os apps que consomem mais bateria, mais dados ou mais espaço em disco, rapidamente apontando "fominhas" que podem estar ocupando recursos preciosos.
Depois de identificar um app que pode ser removido o usuário só precisa marcá-lo em uma lista e clicar no botão Uninstall para desinstalá-lo. E é possível remover vários apps de uma só vez, algo que teria de ser feito manualmente usando o sistema de desinstalação padrão do Android.
O AVG Uninstaller é gratuito no Google Play, e roda em qualquer aparelho com o sistema operacional Android 2.2 ou mais recente.

samsung galaxy s4 companheiro de vida

Samsung Galaxy S4 4G: companheiro para sua vida ou só um ótimo smartphone?

Rafael Rigues
29 de julho de 2013 às 07h00


Aparelho mira além do excelente hardware e aposta no software para se integrar a todos os aspectos do dia-a-dia do usuário.
Já é uma tradição: todo ano, nos últimos quatro anos, a Samsung anuncia um novo carro-chefe na família de smartphones Galaxy S que redefine o que é um Android “top”, vira objeto de desejo entre os consumidores e causa calafrios na concorrência. Foi assim com o Galaxy S original, o Galaxy S II e o Galaxy S III.
Neste ano, entretanto, a Samsung mudou um pouco sua estratégia. O hardware evoluiu, claro, mas a empresa parece ter notado que não é mais possível competir apenas nesta área e que os concorrentes estão se aproximando. Então apostou no software, muito software, como o principal destaque do Galaxy S4. A idéia é transformá-lo em um “companheiro para sua vida”, capaz de ajudar o usuário a se comunicar, se divertir e até mesmo cuidar de sua saúde. Será que deu certo?
3G ou 4G?
Há dois modelos do Galaxy S4 à venda no Brasil, o que pode causar um pouco de confusão. O que analisamos neste artigo é o Galaxy S4 4G (GT-I9505), que como diz o nome é compatível com as redes 4G que estão entrando em operação no Brasil e também funciona em redes 3G. O outro, um pouco mais barato, é chamado simplesmente de Galaxy S4 (GT-I9500), e funciona apenas em redes 3G.
Em termos de software eles são absolutamente idênticos, mas além da parte de telefonia há uma outra diferença no hardware: eles usam processadores diferentes. O Galaxy S4 4G usa o Snapdragon 600 da Qualcomm, um chip quad-core rodando a 1.9 GHz. Já o Galaxy S4 usa um processador de oito núcleos (octa-core) da própria Samsung, o Exynos 5410, rodando a 1.6 GHz.
A diferença no número de núcleos do processador é o que tem causado confusão. Contrariando o senso comum, quando o assunto é computação mais núcleos nem sempre se traduzem em maior desempenho. Ainda mais se considerarmos que o Exynos 5410 não é um processador octa-core “de verdade”: ele é composto por dois conjuntos de quatro processadores, um com quatro núcleos de alto desempenho e outro com quatro núcleos com baixo consumo de energia.
A idéia da Samsung por trás desse arranjo é economizar energia: em boa parte do tempo um smartphone não está realizando nenhuma tarefa que justifique o uso de quatro núcleos de alto desempenho, e nesses momentos (como ao fazer uma ligação, compor uma mensagem de texto ou simplesmente deixar o smartphone parado sobre a mesa) os núcleos de baixo consumo assumem o comando. Ao realizar uma tarefa que exige mais poder de processamento, como rodar um jogo, o sistema “engata a marcha” e troca para os quatro núcleos de alto desempenho. Só um conjunto de quatro núcleos pode operar por vez. Por isso acreditamos que uma eventual diferença de desempenho entre os modelos deve ser pequena, e provavelmente imperceptível no dia-a-dia.
Ao escolher um modelo do Galaxy S4 leve em conta o preço e as redes de telefonia disponíveis em sua região, e não o número de núcleos do processador. Tudo o que dizemos neste review sobre o design, tela, câmera e software do Galaxy S4 4G se aplica também ao modelo “3G”. O números de desempenho e autonomia de bateria, entretanto, podem variar.
Design e Hardware
O Galaxy S4 segue o mesmo design básico adotado pela Samsung desde o Galaxy S III, e também usado em aparelhos como o Galaxy Gran Duos e Galaxy Note II: lados retos e cantos arredondados, com um botão Home mecânico e alongado abaixo da tela, ladeado pelos botões Menu e Back, que são sensíveis ao toque e iluminados. No Brasil ele está disponível nas cores branca (White Frost, segundo a Samsung) e grafite (Black Mist). É um aparelho muito leve: são apenas 130 gramas, e a maior parte disso é a bateria. E não é um grandalhão: é apenas 1 mm mais largo, e 6 mm mais alto, que um Motorola RAZR MAXX, um smartphone que tem uma tela de 4.3 polegadas.
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Galaxy S4 na cor "Black Mist" (grafite). Ao vivo a traseira tem um aspecto metálico
A frente é dominada por uma belíssima tela de 5 polegadas, protegida por Gorilla Glass, com resolução Full HD (1080 x 1920 pixels) e uma densidade de 441 pixels por polegada (ppi). Muito superior, por exemplo, à tela Retina do iPhone 5, com 640 x 1136 pixels e 326 ppi. Como de costume em seus aparelhos top de linha a Samsung usa a tecnologia Super AMOLED, que produz imagens com cores muito vibrantes e excelente contraste.
O Galaxy S4 não tem um conector HDMI para conexão à uma TV de alta-definição: para isso é necessário usar um “adaptador MHL”, plugado à porta USB, que é vendido separadamente.
A tampa traseira é completamente lisa, e em nossos testes foi comum ouvir pessoas reclamando que ela dá ao aparelho uma sensação “escorregadia”. A tampa e a bateria que fica abaixo dela (com capacidade de 2.600 mAh) são removíveis, algo raro nos smartphones top de linha atuais. Abaixo da tampa também ficam os slots para os cartões microSIM (da operadora) e microSD, para expansão da memória interna. Estes podem ter capacidade de até 64 GB.
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Galaxy S4 4G com a tampa traseira removida mostrando a câmera, slots para microSD e microSIM (em azul) e bateria
Por dentro o Galaxy S4 4G é baseado em um processador quad-core, o Qualcomm Snapdragon 600, rodando a 1.9 GHz e acompanhado por 2 GB de RAM e 16 GB de memória interna, dos quais pouco mais de 9 GB estão disponíveis para o usuário.
Software
O principal destaque do Galaxy S4 não está no hardware, mas sim nos muitos recursos de software adicionados pela fabricante. O sistema operacional é o Android 4.2.2 com a já tradicional interface Touchwiz da Samsung. A Samsung adiciona muita coisa ao sistema operacional. De recursos como o Group Play, que permite reproduzir uma música ou vídeo em múltiplos aparelhos ao mesmo tempo, ao S Translator, que permite traduzir texto e voz entre vários idiomas, português incluso.
Também há recursos para aprimorar a interação como usuário: o Smart Stay, que já existia no Galaxy S III, mantém a tela ligada enquanto você estiver olhando para ela. Já o Smart Pause pausa automaticamente um vídeo quando você desvia o olhar, e o Smart Scroll permite rolar uma página web sem tocar na tela, basta inclinar a cabeça para cima ou para baixo. E o Air View, recurso vindo do Galaxy Note II, permite interagir com a tela sem tocar nela: basta pairar o dedo a alguns milímetros de distância para ver um preview das imagens em um álbum ou um trecho de uma mensagem no programa de e-mail.
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Tela inicial do Samsung Galaxy S4
O problema é que muitos destes recursos só funcionam nos programas da Samsung, o que acaba reduzindo sua utilidade na prática. O Eye Scroll não funciona no Google Chrome, por exemplo, e o Air View não funciona no GMail. E o S Translator, apesar de suportar vários idiomas, deixa a desejar nas traduções: com algumas exceções (como chinês ou japonês para coreano) a maioria delas é apenas de/para o inglês. Se você encontrar um turista alemão, e nem ele nem você falam inglês, o software será de pouca utilidade. O Google Tradutor, que é gratuito no Google Play e pode ser instalado em qualquer smartphone, é muito mais versátil nesse ponto, permitindo traduzir texto, voz e imagens diretamente entre vários idiomas.
Falando em recursos com pouca utilidade prática, o S Voice, que no Galaxy S III nacional era um download opcional, vem pré-instalado no aparelho. Mas AINDA não fala português, apesar de promessas da Samsung, feitas há mais de um ano atrás, de que isso aconteceria em “alguns meses”.
O Galaxy S4 4G também funciona como um controle remoto, graças ao emissor de infravermelho integrado, e além de controlar sua TV e decodificador de TV a cabo ele também inclui um guia de programação com informações obtidas da internet. E ele não se limita a apenas a indicar o que está passando em cada canal: você pode filtrar os programas por categoria, como por exemplo apenas séries (“Programas de TV” no app) de comédia. Se encontrar algo de que gosta basta um clique para que o S4 mude o canal para você.
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App WatchON permite usar o smartphone como controle remoto da TV e traz guia de programação
Mas o guia é incompleto: em minha região (indicada pelo CEP durante a configuração) em São Paulo ele tem a programação da Sky, mas não da NET. E vários canais (entre eles os abertos) estavam em branco na grade, ou seja, não tinham informações disponíveis.
Mantendo a forma
Um diferencial do Galaxy S4 4G é o S Health, uma combinação de software e recursos de hardware que ajuda o usuário a se manter em forma e cuidar da saúde. O Companheiro de Caminhada, por exemplo, é um pedômetro que marca quantos passos você deu, a distância percorrida e a quantidade de calorias gastas, com o acompanhamento de metas.
Com o Companheiro de Exercício você pode acompanhar seu desempenho na academia: selecione uma atividade na lista, como abdominais, bicicleta ou natação, o tempo de exercício e o app calcula para você quantas calorias foram queimadas. O Registro de alimentação é similar: indique o que você comeu, a quantidade e ele calcula o total de calorias ingeridas.
Por exemplo, uma porção média de arroz, uma pequena de feijão, uma média de picanha e uma pequena de batatas fritas resulta em 1.110 Kcal, segundo o S Health. Você pode até adicionar uma foto do prato ao seu histórico. O problema é que as medidas não são exatas: quantas gramas (ou colheres) há em uma porção pequena de arroz, ou uma picanha média? O app não diz, o que pode levar a resultados errados.
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S Health indica até o "nivel de conforto" do ambiente para a realização de atividade física
O Nível de Conforto é um recurso interessante: o aparelho usa sensores internos para medir a temperatura ambiente e o nível de umidade no ar, indicando se o ambiente é ou não adequado (ou “confortável”) para a prática de exercícios. O nível é baseado em uma norma internacional (ISO 7730), mas é possível ajustá-lo de acordo com preferências pessoais.
Também há seções no S Health onde o usuário pode registrar seu peso, nível de glicose no sangue ou pressão arterial, dados que podem ser obtidos com acessórios “tradicionais” (um monitor de pressão comprado em uma farmácia ou balança no banheiro) ou com acessórios vendidos pela Samsung como o monitor cardíaco HRM, o S Band que monitora padrões de sono e atividade, ou a balança Body Scale. Infelizmente eles não são vendidos no Brasil.
Câmera
O Galaxy S4 4G tem uma câmera de 13 MP com flash, e o software da câmera é outro ponto onde a Samsung adiciona seu “toque pessoal” ao software. Há recursos como o Dual Camera (que permite fazer uma foto que inclua simultâneamente a imagem da câmera traseira e, num quadro menor, a da câmera frontal), e o Foto com Som, que permite adicionar um pequeno clipe de áudio a cada imagem.
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Exemplo de foto com Dual Camera. Tamanho e posição da imagem menor podem ser ajustados
Outros que já existiam no Galaxy S III como o Melhor Foto (que captura uma sequência de imagens e ajuda a selecionar a melhor entre elas) e o Melhor Rosto (que é similar mas prioriza os melhores rostos na imagem) estão de volta. E há novatos como o Apagador, que captura uma sequência de imagens e gera uma composição para remover um objeto indesejado no fundo e o Foto Animada, que permite combinar imagens em pequenas animações como no Cinemagrafia dos Nokia Lumia.
A interface é muito similar à da Galaxy Camera, inclusive com o mesmo seletor de modos (11 no total) em carrossel. A qualidade de imagem em ambientes iluminados é excepcional, mas em cenas noturnas notei um nível de ruído acima do esperado, especialmente em comparação às câmeras de aparelhos como o Galaxy Gran Duos, também da Samsung, que custa bem menos.
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Foto feita com o Galaxy S4 4G. Clique para ampliar
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Foto feita com o Galaxy S4 4G. Clique para ampliar
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Foto noturna feita com o Galaxy Gran Duos, compare com a imagem abaixo. Clique para ampliar
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Foto noturna feita com o Galaxy S4 4G. Note a diferença no nível de ruído no céu. Clique para ampliar
O Galaxy S4 4G também tem alguns truques na gravação de vídeo. Além de clipes em Full HD é possível gravar cenas em câmera lenta, com a ação duas ou quatro vezes mais lenta que o normal. É ótimo para gravar crianças pequenas, cenas de esportes ou animais de estimação brincando, embora quanto mais lenta a ação menor a qualidade da imagem, como é visível no exemplo abaixo. A resolução também cai, para 800 x 450 pixels.
Desempenho e Bateria
Como é “tradição” na família Galaxy S, o Galaxy S4 4G destroçou todos os recordes anteriores de desempenho em nossos benchmarks. No AnTuTu, que analisa vários aspectos do aparelho, foram 25.305 pontos. É um resultado cerca de 21% superior ao segundo colocado, que na verdade é um empate técnico entre a dupla LG Optimus G e Sony Xperia ZQ. No Geekbench, que mede o desempenho bruto do processador e memória, foram 3.157 pontos, 34% a mais que o Optimus G. Para fins de comparação um iPhone 5 conseguiu 1.635 pontos no mesmo benchmark.
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Desempenho no AnTuTu: novo recorde
Por fim no 3DMark, que mede o desempenho da GPU, foram 11.112 pontos no teste Ice Storm, contra 11.354 pontos no Optimus G. Ambos tem a mesma GPU (uma Adreno 320, também da Qualcomm) e a variação mínima pode ser considerada um empate. Mas o Galaxy S4 4G se saiu melhor no Ice Storm Extreme, uma variante do teste anterior que renderiza as cenas em 1080p e usa texturas com melhor qualidade e mais efeitos especiais: foram 6.847 pontos, 21% a mais que o aparelho da LG.
Já no teste de bateria o Galaxy S4 4G chegou ao fim de um dia de uso típico (que envolve cerca de 2h e meia de navegação via 3G, algumas chamadas e mensagens de texto, algumas fotos e atualização constante de e-mail e redes sociais, na maior parte do dia via Wi-Fi) com 19% de carga restantes após 13h e 24m fora da tomada. Já no teste de reprodução de vídeo, que é feito com o aparelho no modo avião e o brilho da tela em 50%, conseguimos uma autonomia de cerca de 8 horas e 20 minutos.
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A autonomia de bateria não desaponta, mesmo com a economia desativada
Esses resultados foram obtidos sem ativar nenhum dos muitos modos de economia de energia disponíveis, como um que limita o desempenho do processador ou outro que limita o brilho da tela. Mesmo os usuários mais fominhas não devem ter muitos problemas em chegar ao fim de um dia com carga de sobra.
Veredito
Não há dúvidas de que o Galaxy S4 4G é um smartphone incrível, equipado com hardware excepcional. Mas hardware não é tudo: durante a maior parte do dia seu processador quad-core vai ficar ocioso, e o que mais importa é o software e as experiências que ele ajuda a criar.
E nesse ponto o S4 4G derrapa um pouco, com alguns recursos incompletos ou de pouca utilidade no dia-a-dia. O que deveria ser um diferencial acaba depondo contra ele. O preço também é um ponto negativo: R$ 2.500 reais, segundo a Samsung, o que é bastante salgado, mesmo considerando o pacote completo.
Se você procura um smartphone Android, faz questão do melhor e dinheiro não é problema, vá de Galaxy S4 4G. Mas um consumidor mais consciente pode encontrar nas lojas excelentes aparelhos como o Xperia ZQ, da Sony, que oferece recursos e desempenho similares por R$ 500 a menos.
O Galaxy S4 4G continua sendo o melhor smartphone Android no mercado, mas a distância entre ele e seus concorrentes está bem menor neste ano. A Samsung vai ter de acelerar o passo se quiser manter o título na próxima geração.

Samsung Galaxy S4

PRÓ
Excelente desempenho
Boa autonomia de bateria
Câmera cheia de recursos que faz ótimas fotos

CONTRA
Alguns destaques estão incompletos ou são pouco úteis no dia-a-dia
Caro

Fabricante: Samsung
Preço: R$ 2.499 (preço sugerido pelo fabricante)

3 truques úteis...

Três truques úteis com o botão direito do mouse no Windows

Rick Broida, PCWorld EUA
02 de agosto de 2013 às 07h00 
 
Estas dicas parecem simples, mas podem ajudar a tornar seu dia mais confortável e eficiente.
Dizem que não é possível ensinar novos truques a um cachorro velho, mas e truques velhos? Como usuário de longa data do Windows, posso dizer que ocasionalmente fico tão acostumado a fazer as coisas de certa forma que me esqueço de que existem outras formas, mais rápidas e fáceis.
Por isso juntei estas três dicas com o botão direito do mouse que talvez você já tenha esquecido, ou nunca tenha aprendido. De qualquer forma, você irá ficar feliz por conhecê-las. Todas foram testados no Windows 7 ou Windows 8.
1. Aumente os ícones no Desktop
Nas telas de alta resolução de hoje, você pode achar os ícones no desktop pequenos demais para seu gosto. Se esse é o caso, clique com o botão direito do mouse em um espaço vazio no desktop, selecione o item Exibir no menu e escolha entre Ícones grandes (enormes!), Ícones médios (o padrão) ou Ícones pequenos (minúsculos).
Em meu notebook, que tem uma tela de 13.3 polegadas com resolução HD (1920 x 1080 pixels), prefiro os ícones médios. Fica a seu gosto.
2. Items recentes e atalhos na barra de tarefas
Vê os ícones na sua barra de tarefas? Clique com o botão direito do mouse sobre eles para acessar vários atalhos úteis: veja a lista dos últimos documentos abertos (no Word ou Bloco de Notas), os sites mais visitados (no Chrome), crie um novo compromisso (no Outlook) e mais. Em vez de abrir um app, e depois escolher o que fazer, estes atalhos permitem que você faça as duas coisas de um só vez. Parece algo simples, mas é um dos meus truques favoritos no Windows.
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Clique com o botão direito sobre um ícone na barra
de tarefas para acessar um menu com atalhos úteis.
3. “Prenda” ícones ao Menu Iniciar ou barra de tarefas
Falando em ícones, quando você clica com o botão direito sobre um ícone no desktop vê as opções Fixar na Tela Inicial e Fixar na Barra de Tarefas (esta no Windows 7) no menu. Elas são ótimas para colocar os atalhos para seus programas favoritos ou mais acessados em um local de acesso rápido. Pessoalmente gosto de colocar os meus aplicativos mais usados na Barra de Tarefas.
Sei que estas dicas podem parecer coisa “de novato”, mas como notei acima, nem todo mundo aprende elas desde o começo, ou pode simplesmente não se lembrar. E você? Tem alguma dica favorita envolvendo o botão direito do mouse? Compartilhe ela com os outros leitores nos comentários desta matéria.