quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

O fórum da Internet

Quarta-feira, 02 de Dezembro de 2015
Demi Getschko

O Fórum da internet

O IGF (Internet Governance Fórum), do qual a 10.ª edição passou-se em João Pessoa de 9 a 13 de novembro, tem sua origem na Cúpula Mundial da Sociedade da Informação (WSIS ou World Summit on Information Society, em inglês), Genebra (2003) e Túnis (2005).
Sob os auspícios e nos moldes tradicionais da UIT (União Internacional de Telecomunicações, órgão da ONU em Genebra), o WSIS reuniria essencialmente representantes de governos, de reguladores nacionais e de grandes operadoras de telecomunicação, para discutir os rumos da “sociedade da informação”. Não há como não notar, entretanto, que o foco não declarado era “domar” a internet ou, ao menos, tentar entender aquele fenômeno que se espraiava no começo de 2000. Em Túnis tratou-se de redigir uma “agenda” resultante da cúpula e, já então, houve uma contribuição de instituições não governamentais interessadas em discutir internet. A WSIS criou um grupo de trabalho sobre a rede: o WGIG (Working Group on Internet Governance) e daquele grupo saiu a proposta de um fórum anual, o IGF, realizado pela primeira vez em Atenas em 2006 e com previsão inicial de cinco reuniões. Foi renovado em 2010 por mais 5 anos e é essa a fase que se encerrou em João Pessoa.
O IGF marca uma inflexão: o debate sobre internet saiu da área técnica e acadêmica e tomou conta da comunidade. As operadoras de telecomunicações confrontavam-se com uma realidade desafiadora: enquanto seus negócios eram centralizados e bem controlados, a nova rede, disruptiva em muitos aspectos, era distribuída e usava padrões gerados em discussões abertas da IETF (Internet Engeneering Task Force), convocadas três vezes ao ano e em diferentes cidades. Governos descobriam algo novo no ar que, se por uma lado poderia ser uma ferramenta para serviços e comunicação, por outro exibia um comportamento inusitado, ignorando fronteiras e legislações nacionais, dando acesso e voz a todos.
O formato do IGF comporta essa variedade. Ainda fortemente voltado à participação de governos, inclui expressivos setores da sociedade civil, crescente parcela de integrantes da área técnica, acadêmica e representantes de empresas. A participação é aberta a todos, mas o espaço físico que ocupa e sua “porta de entrada” são controladas diretamente pela ONU. O temas são abertos e livres e, como a internet, desafiadores.
Não se tiram conclusões nem se geram documentos de consenso, mas fomenta-se a troca de ideias e de experiências, estimulando-se a expansão livre da rede com longa programação de painéis e palestras. Como exemplo, neutralidade de rede foi um dos pontos mais discutidos no 10.º IGF, com toda a tensão e polarização inerentes.
Dois pontos a destacar: a excelente infraestrutura que o Centro de Convenções de João Pessoa fornece aos eventos e, uma unanimidade, a vibrante inclusão de jovens da região latino-americana que, por um programa de auxílios e bolsas, foram selecionados a participar pela primeira vez de um evento desse tipo. Vint Cerf, um dos criadores da “linguagem” da internet, o TCP/IP, foi um dos que saudou efusivamente a participação ativa dos novos debatedores.
Saí de lá não só otimista com o IGF, mas também com o gosto inesquecível da tapioca com queijo e coco, no café da manhã.
/ É CONSELHEIRO DO COMITÊ GESTOR DA INTERNET; ESCREVE QUINZENALMENTE
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terça-feira, 22 de setembro de 2015

trocas de tráfego

Trocas de tráfego

Demi Getschko
07 Setembro 2015 | 07h 01
Recentemente, o conjunto de pontos de troca de tráfego (PTTs) operados pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) atingiu um pico de 1 Terabit/s (um tráfego mundialmente reconhecido como volumoso e que continua a crescer em bom ritmo). Mas o que vem a ser um PTT e para que serve?
Quando trechos de rede acadêmica começaram a se estabelecer, a maneira de construí-los era alugar, às operadoras, canais de telecomunicação com capacidade suficiente e, ligando-os a equipamentos de roteamento, configurar uma espinha-dorsal (“backbone”) da rede. Nela, as sub-redes e os computadores participantes se conectariam. Note-se que protocolo usado para transporte de conteúdo nesses canais era o definido pela rede em questão: se fosse um pedaço da internet, por exemplo, o conteúdo seria transportado por TCP/IP. As operadoras alugavam “canais limpos” com a capacidade de banda solicitada e ficava por conta da rede como eles seriam “preenchidos”. Quando o TCP/IP consolidou-se como protocolo padrão, as operadoras passaram a vender conexão já com TCP/IP incluído, ou seja, a oferecer acesso ao próprio “backbone”.
Pela interconexão com as demais operadoras, haveria acesso à internet como um todo. O cliente agora não precisava mais “ver” a topologia da internet: bastava contratar a banda necessária e deixar o resto por conta da operadora.
Em grandes cidades, entretanto, parte da banda contratada serve para “cruzar a rua” para ir até a empresas localizada “ao lado”. Ou seja, a mesma banda que podia levar até um serviço na Mongólia também seria usada para ligar a um vizinho. E como o vizinho podia estar se valendo de outro operador, esse “atravessar a rua” poderia significar uma ida a Miami, trocar de operadora por lá, e fazer o caminho de volta. A criação de pontos metropolitanos de interconexão racionaliza isso: as conexões locais podem ser resolvidas localmente, com os interessados trocando tráfego diretamente no PTT metropolitano. E tudo que não estiver ligado diretamente ao PTT continua acessível através da conexão genérica à internet, ou seja, o PTT em si nem é crítico, nem introduz riscos de conectividade.
O PTT comporta-se, portanto, como uma “praça” em que se resolve a troca de pacotes locais da internet, a custo muito baixo e com alta eficiência. Ele elimina o “turismo” desnecessário de pacotes pelo mundo, melhora o tempo de trânsito e permite contacto ágil e simples entre provedores e consumidores. Por não se localizar dentro de um ponto de presença local de uma operadora de telecomunicações, é neutro em relação à estrutura.
Numa linguagem mais técnica, o PTT interliga sub-redes (Sistemas Autônomos) que queiram trocar tráfego local de internet e, com isso, aumenta a eficiência, a resiliência e a estabilidade da rede. O PTT atrai os provedores de comércio eletrônico, de conteúdos e de entretenimento nas mais variadas formas, desde texto até “streaming” de música ou vídeo. Com isso, o provedor pode estar muito mais perto do consumidor, melhorando a qualidade percebida do serviço. Não é à toa que o pico de uso do PTT hoje ocorra às 22 horas, quando a maioria de nós está em casa, usando serviços de entretenimento via internet.
DEMI GETSCHKO É CONSELHEIRO DO COMITÊ GESTOR DA INTERNET; ESCREVE QUINZENALMENTE

INternet do futuro passa pelo Atlântico

Internet do futuro passa pelo Atlântico

Novos cabos submarinos devem ligar Brasil diretamente à Europa, Estados Unidos e África aumentando a velocidade de dados

Pouca gente sabe, mas quando um usuário da internet acessa uma rede social ou assiste a um vídeo, os "pacotes" de informação que circulam entre seu computador e os servidores em outros continentes passam, em milésimos de segundo, por longos cabos de fibra óptica instalados no fundo dos oceanos.
Se no passado quase toda comunicação entre os continentes era feita por meio de satélites, atualmente 99% do tráfego da internet, linhas telefônicas e sinais de TV passam pelos cabos submarinos - são eles que permitem que a internet seja o que é. A infraestrutura de todo esse sistema está em vias de ser substituída e modernizada.
Na expectativa de um crescimento exponencial do tráfego da internet brasileira nos próximos anos, grupos privados estão investindo alto na construção de uma nova infraestrutura de cabos submarinos para conectar o País diretamente a outros continentes com velocidade sem precedentes.
Clique na imagem abaixo para entender como funcionará a nova infraestrutura de cabos:
Atualmente, a conexão entre o Brasil e o mundo é feita por seis cabos. A maior parte percorre um caminho intrincado, com pontos de parada em países da América do Sul e do Caribe - o que aumenta a latência da internet - até chegar aos Estados Unidos, que concentra os principais pontos de tráfego de dados do mundo. Além disso, quase todos os cabos atuais são do início da década passada e estão chegando ao limite da vida útil.
O próximo cabo a entrar em operação, no fim de 2016, será o Seabras-1, que fará a primeira ligação direta entre Santos e Nova York. Neste momento, o novo cabo fabricado pela francesa Alcatel-Lucent está sendo instalado no fundo do mar - em uma operação espetacular - pela empresa americana Seaborn, ao longo de 10,5 mil quilômetros. O cabo terá uma ramificação em Fortaleza e, a partir de Santos, subirá a Serra do Mar diretamente até São Paulo, promovendo uma conexão sem escalas entre os dois dos principais centros financeiros das Américas.
Segundo o chefe de operações da Seaborn, Andy Bax, enquanto cada um dos cabos em uso atualmente têm em média capacidade de circulação de 4 Tbps (terabits por segundo), o Seaborn-1 terá capacidade de 60 Tbps. Segundo Bax, o investimento do projeto, financiado por fundos internacionais, é de US$ 500 milhões. A expectativa é que o retorno seja bilionário.
"O crescimento da demanda de conectividade no Brasil é gigantesco. O sistema de cabos atual não dará conta. Além disso, os cabos atuais perdem conectividade por fazer múltiplas paradas. Estimamos que a ligação direta entre São Paulo e Nova York reduza os custos de serviços de operação de duas a três vezes", disse Bax.
Segundo ele, outra vantagem dos novos cabos é que, ao contrário dos atuais, eles não pertencerão às próprias operadoras de telecomunicações e internet. "Esperamos que a instalação do Seaborn-1 e de outros cabos independentes promova uma concorrência entre novos operadores, revolucionando a internet brasileira ao reduzir o preço para o consumidor final."
Redução dos custos. Há várias outras iniciativas além do cabo da Seaborn. O Google lidera a construção do cabo Monet, que até 2017 ligará Santos diretamente a Boca Ratón, na Flórida. A Angola Cables construirá o cabo SACS, previsto para 2016, que fará conexão direta entre Fortaleza e Luanda, em Angola. A SimplCom construirá o cabo SAEx, que ligará Fortaleza à África do Sul a partir de 2017. E a Telebrás, em uma joint venture com a espanhola IslaLink Submarine Cables, construirá o cabo EulaLink, conectando Fortaleza ao sul de Portugal em 2017.
Para Ari Lopes, analista da Ovum América Latina, uma consultoria internacional de Tecnologia da Informação, as empresas que investiram nos novos cabos terão tanta capacidade instalada que venderão o excedente no mercado, reduzindo os custos de tráfego no futuro.
"O investimento, no entanto, terá retorno a longo prazo - talvez décadas - porque ainda não temos uma grande restrição de oferta em cabos submarinos no Brasil", disse Lopes. Para Bax, no entanto, o retorno dos investimentos está garantido por um crescimento exponencial da demanda de conectividade no mundo. Segundo eles, dois fatores impulsionam essa demanda: o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) - que prevê a conexão de todas as cidades brasileiras em banda larga até 2018 - e novos usos e serviços cada vez mais populares na internet.
"Há um conjunto de novas 'ondas' da internet. A TV a cabo, por exemplo, vai perdendo sentido à medida que se popularizam os conteúdos de vídeo online. Cada vez mais informação é armazenada em 'nuvens' por empresas e no mercado financeiro", disse Wagner Rapchan, executivo da Netell, fornecedora de fibras ópticas que fez parceria com a Seaborn no cabo.
Diretor de Banda Larga do Ministério das Comunicações, responsável pelo PNBL, Artur Coimbra afirma que os novos cabos deverão derrubar os preços do tráfego de internet e suprir os cabos atuais. "Um único cabo submarino a ser implantado hoje é capaz de entregar uma capacidade de, no mínimo, seis vezes a capacidade somada de todos os cabos já instalados", afirmou Coimbra.
De acordo com Ronald Valladão, gerente de projeto da Telebrás, o mercado internacional de tráfego de internet cresce quase 40% ao ano. Na América Latina e na África as taxas de crescimento são maiores - 45%. "As projeções indicam que a cada dois anos o tráfego na internet dobra." Segundo ele, o investimento inicial no EulaLink é de US$ 185 milhões. A Telebrás financiará 35% do valor e o resto ficará a cargo de acionistas.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

O que é inbox



Saiba tudo sobre o Inbox, o sucessor do Gmail

Por André Cardozo , iG São Paulo |
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Novo serviço do Google está sendo oferecido aos poucos, por meio de convites

Na última quarta-feira (22) o Google apresentou o Inbox, novo serviço de e-mail da empresa. Em essência, o objetivo do Inbox é ajudar os usuários a lidar com mais eficiência com seus e-mails, eliminando rapidamente o que não interessa e dando mais atenção para mensagens realmente importantes. A seguir, o iG esclarece as principais dúvidas sobre o Inbox e mostra os novos recursos.
O que é o Inbox?
O Inbox é o novo serviço de e-mail do Google, considerado a evolução do Gmail. O serviço tem versões para web (no endereço inbox.google.com) e aplicativos para Android e iOS.
Reprodução
Inbox deve substituir aplicativo do Gmail em smartphones e tablets
Como posso usar o Inbox?
No momento, somente quem recebe um convite pode usar o serviço. É possível se cadastrar para receber o convite enviando um email para inbox@google.com.
Como fica o meu Gmail?
Na prática, mudam apenas a interface e os recursos. Não há mudança de endereços do Gmail e todas as contas continuam funcionando normalmente.
Por enquanto, é possível usar ambos os aplicativos (Inbox e Gmail) no mesmo celular. O endereço gmail.com também continua válido mesmo para quem já usa o Inbox. O Google ainda não se manifestou oficialmente sobre um possível fim do app do Gmail, mas a médio prazo a tendência é que o Inbox se estabeleça como serviço padrão de e-mail da empresa.
FOTOS: o visual do Inbox
Caixa de entrada do Inbox. Foto: Reprodução
Aplicativo do Inbox  para Android. Foto: Reprodução
Inbox destaca informações de e-mails. Foto: Reprodução
Inbox permite ver informações de voos reservados diretamente na caixa de entrada, sem abrir o e-mail. Foto: Reprodução
Inbox exibe miniaturas de fotos anexadas a e-mails. Foto: Reprodução
Função Snooze apaga temporariamente um e-mail e o exibe novamente na hora marcada. Foto: Reprodução
Caixa de entrada do Inbox. Foto: Reprodução
1/6
Quais são as novidades?
Em termos visuais, a mudança é grande. O Inbox usa a linguagem visual batizada pelo Google de Material Design, usada também na próxima versão do Android, a 5.0 (Lollipop). De modo geral, o visual do Inbox é mais colorido do que o do Gmail e traz discretas animações, ativadas quando o usuário interage com o serviço.
Em termos de recursos, as principais funções são as seguintes:
- Categorias
De cara, quem está acostumado a usar o Gmail e entra no Inbox sente falta das abas usadas para agrupar mensagens de redes sociais e promoções. Esses agrupamentos ainda estão lá, mas são mostrados de forma diferente.
Em vez de usar abas, o Inbox mostra as categorias de mensagens em uma linha da caixa de entrada, como se fossem e-mails convencionais. Ao tocar/clicar nessa linha, o usuário é encaminhado para os e-mails da categoria.
O Inbox já vem com algumas categorias prontas, como mensagens promocionais, recibos de compra e passagens aéreas. Mas o usuário pode criar outras categorias ou eliminar aquelas que considera desnecessárias. De modo geral, elas correspondem aos atuais rótulos (Labels) do Gmail.
Reprodução
Botão Limpar elimina várias mensagens de uma só vez
- Botão Limpar
Se a principal meta do Inbox é ajudar o usuário a ganhar tempo, o botão Limpar é a principal ferramenta para isso.
Ele apaga todos os e-mails de uma categoria de uma só vez (com exceção de mensagens marcadas com Pin, conforme tópico abaixo).
Esse botão é útil principalmente para se livrar rapidamente de mensagens publicitárias ou de emails com notificações de redes sociais.
- Botão Pin
Uma da ferramentas mais importantes do Inbox, o botão Pin serve como um filtro para que mensagens importantes não sejam apagadas. Marque uma mensagem com o Pin e ela não será apagada juntamente com as outras caso você faça uma limpeza em bloco. No alto do Inbox, basta clicar em um botão para exibir apenas as imagens marcadas com o Pin.
- Agendamento de e-mails
Uma situação muito comum é abrir um e-mail e ver que não dá para respondê-lo naquele momento. Em vez de deixá-lo aberto e ocupando espaço na caixa de entrada, o usuário pode apagá-lo apenas temporariamente. O Inbox elimina a mensagem da caixa de entrada e a exibe novamente no horário especificado pelo usuário.
Esse controle funciona também usando locais. No aplicativo do Inbox é possível, por exemplo, apagar um e-mail e programá-lo para reaparecer novamente apenas quando o usuário chegar em casa.
- Informações em destaque
Um avanço importante do Inbox em relação ao Gmail é o destaque das informações mais importantes do e-mail já na caixa de entrada. Em um email de compra na Amazon, por exemplo, o Inbox exibe já na caixa de entrada o prazo de entrega do pedido e uma imagem do produto. Assim, o usuário já fica sabendo das principais informações sem ter que abrir o email.
O mesmo vale para passagens aéreas. O Inbox exibe já na caixa de entrada o número do voo, seu destino e o horário. Novamente, o usuário fica sabendo das informações essenciais mesmo sem abrir o e-mail.
Em e-mails que contenham imagens em anexo, o Inbox exibe uma versão em miniatura já na caixa de entrada.
- Lembretes
O  Inbox funciona também como um app de lembretes simples. Clicando no botão + (também usado para escrever e-mails), o usuário pode criar um lembrete rápido para tarefas diárias e programar o alarme. 
Leia tudo sobre: googleinboxgmaile-mail

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sábado, 11 de julho de 2015

internet lenta, como resolver o problema

Internet lenta? Aprenda a detectar os vilões do consumo de dados

Internet lenta? Aprenda a detectar os vilões do consumo de dados

Por Redação Olhar Digital - em 10/07/2015 às 14h30
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  • Jogos online
  • Netflix
  • rede social
  • redes sociais


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Numa época em que os sites oferecem cada vez mais funcionalidades e serviços, a internet parece nunca ser rápida o suficiente. Jogar games online, assistir a filmes e séries na Netflix e usar redes sociais são atividades que dependem da velocidade da nossa conexão. E, muitas vezes, essa velocidade deixa a desejar.
Em alguns casos, a lentidão pode ser um problema do provedor de acesso. Em outros, no entanto, pode se tratar de algum aplicativo ou processo que, sem que você se dê conta, esteja utilizando a rede de sua casa, deixando-a mais lenta.
Esses programas não são, necessariamente, maldosos: pode acontecer de aquela nova extensão que você instalou exigir uma quantidade absurda de dados, por alguma falha de programação. Felizmente, existem softwares que podem te ajudar a encontrar e desligar programas com problemas semelhantes.
Conheça abaixo duas maneiras de identificar e deletar programas que estejam consumindo excessivamente os dados de sua conexão doméstica:
Usando o gerenciador de tarefas do navegador
Assim como o Windows, alguns navegadores possuem gerenciadores de tarefas. Esses programas funcionam da mesma forma que o Gerenciador de Tarefas do Windows: mostram todos os aplicativos e processos que estão rodando, e quanto eles estão consumindo de RAM e de capacidade de processamento.
No entanto, enquanto o gerenciador de tarefas do Windows mostra tudo que está acontecendo no sistema operacional, alguns navegadores, como o Chrome, o Opera e o Firefox, tem gerenciadores que mostram tudo que está acontecendo neles. O interessante deles, porém, é que eles mostram o quanto cada aba e cada processo do seu navegador está consumindo de dados também.

 
No Chrome, para acessar o gerenciador de tarefas, basta apertar Shift+Esc. Caso isso não funcione, procure no canto superior direito do navegador o ícone com três listras horizontais, clique nele, vá até “Mais ferramentas” e, então, clique em “Gerenciador de tarefas”. O processo é semelhante em outros navegadores.
Fazer isso abrirá uma janela com uma tabela. A tabela mostra o nome dos aplicativos e processos abertos no navegador, o quanto eles estão utilizando de RAM, quanto cada um deles exige do processador e, em seguida, quantos dados eles estão consumindo de sua rede.
Essa última informação é a mais relevante nesse momento, pois permite identificar quais extensões ou abas do seu navegador estão consumindo mais dados. Para testar, experimente abrir um vídeo do Youtube, e fique de olho no gerenciador de tarefas: você verá que, conforme seu computador carrega mais do vídeo, o gerenciador de tarefas mostra o consumo de dados.
A principal vantagem de visualizar o consumo de dados dessa maneira é que ela permite que você veja exatamente o que cada aba ou extensão está exigindo da sua conexão. Assim, caso você perceba que algum aplicativo esteja consumindo uma montanha de dados, desligue-o o desinstale-o. Ele pode ser o responsável pela sua conexão estar tão lenta.

Usando o GlassWire
Por mais úteis que sejam os gerenciadores de tarefa dos navegadores, eles têm um problema: eles só mostram o consumo de dados em um determinado momento. Assim, se uma extensão do Chrome tiver feito um download de 3GB durante a madrugada, você não perceberá isso quando abrir o gerenciador de tarefas do Chrome mais tarde.
Existem alguns programas, porém, que monitoram o uso de dados do seu computador ao longo do tempo, justamente para revelar problemas como esse. Um deles é o GlassWire, que pode ser baixado aqui.
O GlassWire funciona de maneira semelhante ao gerenciador de tarefas do seu navegador, mas ele monitora apenas o uso de rede. Como ele é especializado nisso, porém, ele oferece muito mais possibilidades para visualizar quais aplicativos estão consumindo mais dados.

 
É possível visualizar o consumo de dados dos diferentes programas do seu computador na forma de um gráfico, que mostra como esse consumo evoluiu ao longo do tempo, e também informa qual volume de dados foi consumido, ao todo, em determinado período de tempo.
Essas informações podem ajudar a identificar quais são os principais “vilões” da sua conexão. Uma vez identificados, o GlassWire também permite que você bloqueie o acesso à sua rede por determinados programas e aplicativos, o que pode ser uma boa forma de consertar o “vazamento de dados”.

domingo, 21 de junho de 2015

Keyboard-02

ENC: Keyboard-02




Boa orientação...já conhece isto tudo?
Foto de Tintu-Mon. 


More than 100 Keyboard Shortcuts must read
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Keyboard Shorcuts (Microsoft Windows)
1. CTRL+C (Copy)
2. CTRL+X (Cut)
3. CTRL+V (Paste)
4. CTRL+Z (Undo)
5. DELETE (Delete)
6. SHIFT+DELETE (Delete the selected item permanently without placing the item in the Recycle Bin)
7. CTRL while dragging an item (Copy the selected item)
8. CTRL+SHIFT while dragging an item (Create a shortcut to the selected item)
9. F2 key (Rename the selected item)
10. CTRL+RIGHT ARROW (Move the insertion point to the beginning of the next word)
11. CTRL+LEFT ARROW (Move the insertion point to the beginning of the previous word)
12. CTRL+DOWN ARROW (Move the insertion point to the beginning of the next paragraph)
13. CTRL+UP ARROW (Move the insertion point to the beginning of the previous paragraph)
14. CTRL+SHIFT with any of the arrow keys (Highlight a block of text)
SHIFT with any of the arrow keys (Select more than one item in a window or on the desktop, or select text in a document)
15. CTRL+A (Select all)
16. F3 key (Search for a file or a folder)
17. ALT+ENTER (View the properties for the selected item)
18. ALT+F4 (Close the active item, or quit the active program)
19. ALT+ENTER (Display the properties of the selected object)
20. ALT+SPACEBAR (Open the shortcut menu for the active window)
21. CTRL+F4 (Close the active document in programs that enable you to have multiple documents opensimultaneou sly)
22. ALT+TAB (Switch between the open items)
23. ALT+ESC (Cycle through items in the order that they had been opened)
24. F6 key (Cycle through the screen elements in a window or on the desktop)
25. F4 key (Display the Address bar list in My Computer or Windows Explorer)
26. SHIFT+F10 (Display the shortcut menu for the selected item)
27. ALT+SPACEBAR (Display the System menu for the active window)
28. CTRL+ESC (Display the Start menu)
29. ALT+Underlined letter in a menu name (Display the corresponding menu) Underlined letter in a command name on an open menu (Perform the corresponding command)
30. F10 key (Activate the menu bar in the active program)
31. RIGHT ARROW (Open the next menu to the right, or open a submenu)
32. LEFT ARROW (Open the next menu to the left, or close a submenu)
33. F5 key (Update the active window)
34. BACKSPACE (View the folder onelevel up in My Computer or Windows Explorer)
35. ESC (Cancel the current task)
36. SHIFT when you insert a CD-ROMinto the CD-ROM drive (Prevent the CD-ROM from automatically playing)
Dialog Box - Keyboard Shortcuts
1. CTRL+TAB (Move forward through the tabs)
2. CTRL+SHIFT+TAB (Move backward through the tabs)
3. TAB (Move forward through the options)
4. SHIFT+TAB (Move backward through the options)
5. ALT+Underlined letter (Perform the corresponding command or select the corresponding option)
6. ENTER (Perform the command for the active option or button)
7. SPACEBAR (Select or clear the check box if the active option is a check box)
8. Arrow keys (Select a button if the active option is a group of option buttons)
9. F1 key (Display Help)
10. F4 key (Display the items in the active list)
11. BACKSPACE (Open a folder one level up if a folder is selected in the Save As or Open dialog box)
Microsoft Natural Keyboard Shortcuts
1. Windows Logo (Display or hide the Start menu)
2. Windows Logo+BREAK (Display the System Properties dialog box)
3. Windows Logo+D (Display the desktop)
4. Windows Logo+M (Minimize all of the windows)
5. Windows Logo+SHIFT+M (Restorethe minimized windows)
6. Windows Logo+E (Open My Computer)
7. Windows Logo+F (Search for a file or a folder)
8. CTRL+Windows Logo+F (Search for computers)
9. Windows Logo+F1 (Display Windows Help)
10. Windows Logo+ L (Lock the keyboard)
11. Windows Logo+R (Open the Run dialog box)
12. Windows Logo+U (Open Utility Manager)
13. Accessibility Keyboard Shortcuts
14. Right SHIFT for eight seconds (Switch FilterKeys either on or off)
15. Left ALT+left SHIFT+PRINT SCREEN (Switch High Contrast either on or off)
16. Left ALT+left SHIFT+NUM LOCK (Switch the MouseKeys either on or off)
17. SHIFT five times (Switch the StickyKeys either on or off)
18. NUM LOCK for five seconds (Switch the ToggleKeys either on or off)
19. Windows Logo +U (Open Utility Manager)
20. Windows Explorer Keyboard Shortcuts
21. END (Display the bottom of the active window)
22. HOME (Display the top of the active window)
23. NUM LOCK+Asterisk sign (*) (Display all of the subfolders that are under the selected folder)
24. NUM LOCK+Plus sign (+) (Display the contents of the selected folder)
MMC COnsole Windows Shortcut keys
1. SHIFT+F10 (Display the Action shortcut menu for the selected item)
2. F1 key (Open the Help topic, if any, for the selected item)
3. F5 key (Update the content of all console windows)
4. CTRL+F10 (Maximize the active console window)
5. CTRL+F5 (Restore the active console window)
6. ALT+ENTER (Display the Properties dialog box, if any, for theselected item)
7. F2 key (Rename the selected item)
8. CTRL+F4 (Close the active console window. When a console has only one console window, this shortcut closes the console)
Remote Desktop Connection Navigation
1. CTRL+ALT+END (Open the Microsoft Windows NT Security dialog box)
2. ALT+PAGE UP (Switch between programs from left to right)
3. ALT+PAGE DOWN (Switch between programs from right to left)
4. ALT+INSERT (Cycle through the programs in most recently used order)
5. ALT+HOME (Display the Start menu)
6. CTRL+ALT+BREAK (Switch the client computer between a window and a full screen)
7. ALT+DELETE (Display the Windows menu)
8. CTRL+ALT+Minus sign (-) (Place a snapshot of the active window in the client on the Terminal server clipboard and provide the same functionality as pressing PRINT SCREEN on a local computer.)
9. CTRL+ALT+Plus sign (+) (Place asnapshot of the entire client window area on the Terminal server clipboardand provide the same functionality aspressing ALT+PRINT SCREEN on a local computer.)
Microsoft Internet Explorer Keyboard Shortcuts
1. CTRL+B (Open the Organize Favorites dialog box)
2. CTRL+E (Open the Search bar)
3. CTRL+F (Start the Find utility)
4. CTRL+H (Open the History bar)
5. CTRL+I (Open the Favorites bar)
6. CTRL+L (Open the Open dialog box)
7. CTRL+N (Start another instance of the browser with the same Web address)
8. CTRL+O (Open the Open dialog box,the same as CTRL+L)
9. CTRL+P (Open the Print dialog box)
10. CTRL+R (Update the current Web )
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pupaulo
x

Pupa

20 de jun (Há 1 dia)


para Pupa
Avast logo
Este email foi escaneado pelo Avast antivírus.
www.avast.com

Thereza W <therezaw@gmail.com>

09:22 (Há 0 minutos)


para Pupa
Não, não conheço todos não. Apenas alguns, e já guardei uma lista parecida com esta pelo menos umas três vezes. Agora vou arquivar com carinho porque, no fim do ano vou comprar computador novo, já com Windows 10 e ver se serve nele também.  Deve servir, windows é sempre windows.
bjus!
12,49 GB (83%) de 15 GB usados
Última atividade da conta: Há 1 minuto
Detalhes

quarta-feira, 1 de abril de 2015

5 recursos pouco conhecidos dos smartphones samsung


Veja 5 recursos pouco conhecidos dos smartphones da Samsung

Por Redação Olhar Digital - em 31/03/2015 às 16h20
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  • Galaxy
  • galaxy note 3
  • Galaxy Note 4
  • galaxy s3



Celulares da Samsung são famosos por uma peculiaridade: a empresa coloca tantas funcionalidades próprias e exclusivas em cima do Android que muitas vezes o usuário nem chega a conhecer profundamente tudo que seu smartphone tem a apresentar.
A lista abaixo é feita para quem tem um Galaxy, especialmente os atuais tops de linha e versões mais antigas, contando a partir do Galaxy S3. O material foi publicado originalmente no Mashable.
Screenshot com o deslizar da mão

Enquanto a maioria dos usuários Android precisa segurar o botão de reduzir o volume e o de energia ao mesmo tempo para fazer uma captura de tela, os donos de um Galaxy só precisam passar a mão na tela da esquerda para a direita, como visto no vídeo abaixo.
Se o seu celular não tem o recurso ativo nativamente, as instruções seguem abaixo:
Galaxy S3: Configurações > Movimento > Deslizar palma para capturar
S4: Configurações > Meu dispositivo > Movimentos e gestos > Movimentos com a palma > Capturar tela
Note 3: Configurações > Controles > Movimentos com a palma > Capturar tela
S5, S6, S6 Edge, Note 4, Note Edge: Configurações > movimentos e gestos > Deslizar palma para capturar
Modo fácil
Se a TouchWiz parece confusa, é porque, de fato, ela é. Para quem não é tão familiarizado com tecnologia, tantos ícones e botões pode parecer um pouco sufocante. Para esse público, no entanto, a Samsung ao menos oferece uma alternativa mais simples, que é ideal para pessoas idosas  e crianças pequenas.
Galaxy S3: Configurações > Modo de tela de Início > Modo fácil
S4: Configurações > Meu dispositivo > Modo de tela de Início > Modo fácil
Note 3: Configurações > Dispositivo > Modo fácil
S5, S6, S6 Edge, Note 4, Note Edge: Configurações > Modo fácil 
Modo de luvas

O Brasil é um país quente de um modo geral, mas algumas regiões podem ficar bem frias no inverno. Só quem realmente enfrentou esses dias gelados sabe o sufoco que é mexer no celular de luvas ou, pior, ter que tirá-las e encarar o frio para responder a alguma mensagem, por exemplo. Os aparelhos da Samsung permitem que se configure um modo de alta sensibilidade para esses momentos.
S4: Configurações > Meu dispositivo > Tela > Alta sensibilidade ao toque
Note 3: Configurações > Controles > Aumentar sensibilidade ao toque
S5, Note 4, Note Edge: Configurações > Tela > Aumentar sensibilidade ao toque
Encontrar o celular perdido
O Android tem seu gerenciador de dispositivos, mas a Samsung tem seu próprio sistema para localizar seu smartphone, chamado Find My Mobile. Você precisa ter uma conta com a empresa e fazer o login no seu aparelho.
S3: Configurações > Segurança > Controle remoto
S4: Configurações > Mais > Segurança > Administradores do dispositivo > Gerenciador de dispositivos do Android
S5: Configurações > Segurança > Administradores de dispositivo > Gerenciador de dispositivos do Android
Note 3: Configurações > Geral > Segurança > Administradores de dispositivos > Gerenciador de dispositivos do Android
Note 4, Note Edge: Configurações > Segurança > Controle remoto
Rodar mais de um app na mesma tela
Não é só o Galaxy Note que consegue dividir a tela para dois aplicativos diferentes; o recurso existe desde o S3, com a tela de 4,7 polegadas e está presente em todos os tops de linha lançados pela empresa de lá para cá.
S3: Configurações > Tela > Multi-janela
S4: Configurações > Meu dispositivo > Tela > Multi-janela
S5, Note 4, Note Edge: Configurações > Multi-janela
Note 3: Configurações > Dispositivo > Multi-janela
A opção de visualização em múltiplas janelas é acessada ao pressionar longamente o botão de “Voltar” no S3, no S4, no S5, no Note 3, no Note 4 e no Note Edge; no caso do Galaxy S6 e do S6 Edge isso mudou, exigindo que seja pressionado por um período longo o botão de multitarefa.
Desbloquear o celular com a assinatura
Reprodução 

O Android tem inúmeras formas de destravar o celular, mas uma exclusividade do Galaxy Note é a possibilidade de usar a sua assinatura, para desbloqueá-lo. Funciona no Note 3 e exige o uso da S-Pen, a stylus que acompanha o celular. Não é o método mais seguro, mas é algo que só o celular da Samsung oferece.
Note 3: Configurações > Visor > Tela de bloqueio > Bloqueio de tela > Assinatura