quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

como salvar fotos que chegam pelo e-mailo

-feira, 21 de abril de 2008

COMO SALVAR AS FOTOS QUE CHEGAM PELO EMAIL

Quando recebemos fotos pelo email, temos duas opções:
1ª. apenas olhar e ela não ficará gravada em nosso computador
2ª salvar em nosso computador e após salvar fazer dela o que quisermos.

Quando salvamos em nosso computador temos duas maneiras de fazer:
uma delas, fará donwload (carregará ) da original e ficaremos com a foto em tamanho compatível para a impressão seja em casa ou na loja de fotos.Este jeito demora um pouco mais.
a outra, quando estamos enxergando a foto em forma de miniatura na própria mensagem do email, vai apenas salvar a miniatura e por isto, veremos em tamanho pequeno em nossa tela do computador e também não poderemos imprimir, pois seu tamanho e muito pequeno, possui poucos pontos ou pixls

Imaginando que todos preferem salvar a foto em tamanho original. Explico abaixo como fazer isto.

.ao receber o email com a foto, ou fotos, devemos clicar no anexo, ou seja no nome que especifica a foto. aparecerá a caixa onde escolheremos a palavra salvar, a partir dai o donwload começara e nos avisará quando terminar ,nos dando a opção de abrir a foto , ou simplesmente fechar a caixa.
Deve-se repetir a ação, para cada foto. E posteriormente, procurá-las na pasta meus documentos, meus donwloads, ou na pasta que escolhemos na primeira caixa, caso queiramos salvar em pasta por nós definida.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

como arrumar o Windows quando ele começa a travar

Como arrumar o Windows quando ele começa a travar

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Se o computador trava sem motivo aparente, um usuário destreinado simplesmente espera ele voltar a responder ou o reinicia. Isso resolve o problema momentaneamente, porém a tendência é que ele volte a acontecer. Em muitos casos não é preciso formatar o computador, às vezes basta desinstalar um programa ou fazer uma varredura com o antivírus para acabar com o incômodo.

O começo da investigação: software

O que você deve fazer quando seu PC travar pela primeira vez é pensar em quais as últimas alterações realizadas que poderiam ter causado o problema. Os exemplos mais comuns são: instalação de um programa, download de anexo, visita a uma página suspeita, troca de componentes do hardware e atualização de um software.

Antes de seguir para as dicas adiante, tente voltar seu sistema para um ponto de restauração anterior ao início da lentidão em seu computador. Se o problema não for resolvido, talvez seja interessante realizar o backup de arquivos importantes.
Programas sugeridos:

Memória RAM: não tenha medo de usar Ctrl + Alt + Del

Ao notar que seu computador está lento, pressione a combinação de teclas mais famosa do mundo: Ctrl + Alt + Del (ou o atalho alternativo, Ctrl + Shift + Esc). O Gerenciador de tarefas do Windows será aberto já exibindo a aba “Processos”. Tanto nela quanto na aba “Aplicativos” é possível identificar qual programa não está respondendo, bem como visualizar a porcentagem de uso do CPU, ver o quanto de memória RAM está sendo usado e quais programas mais a consomem.

No caso de um software ter parado de responder, basta selecioná-lo e usar a opção “Finalizar processo” (ou “Finalizar Tarefa”) – não se preocupe, você não estragará seu PC fazendo isso, muito pelo contrário! Por outro lado, caso o uso de CPU esteja acima de 80%, procure o processo que estiver usando a maior quantidade de memória e o finalize para, provavelmente, resolver o problema.

Disco rígido cheio

Uma razão comum para a lentidão de um computador é o excesso de arquivos no HD. Ou seja, você baixou arquivos demais, lotou todo o espaço do disco rígido e agora seu computador está sofrendo para realizar as tarefas mais simples.
Imagine o seguinte: você anda mais rápido com as mãos livres ou carregando outra pessoa nas costas? Para resolver a lentidão, faça backup de seus arquivos para liberar espaço, ou então, tente desfragmentar o HD para amenizar o problema.
Programas sugeridos para desfragmentar o disco rígido:

Programas

Com as informações obtidas pelo Gerenciador de tarefas e por meio de uma breve reflexão sobre os últimos programas instalados, você consegue saber os prováveis causadores da lentidão. Um software mal programado ou com instalador corrompido muitas vezes pode gerar o problema.
Para resolvê-lo, desinstale o programa e o reinstale em seguida – você também pode usar a ferramenta “Repair” disponível no próprio instalador. Caso não haja mudança alguma, procure atualizar o software. Outra possibilidade de problema é o programa instalar um driver corrompido no sistema – ou você o desinstala ou o atualiza.
Se mesmo assim ele continuar a travar, talvez o problema seja de compatibilidade do programa com a versão do seu Windows. Nesse caso, procure o instalador dele voltado especialmente para a versão do SO instalada em seu PC. O problema ainda persiste? Considere a opção de rodá-lo via máquina virtual ou fazer dual boot em seu computador (ter dois SOs instalados).
Contudo, se mesmo fazendo tudo isso o problema continuar, ainda há uma possibilidade a explorar: alterar quantidade de programas e serviços que são ativados quando o Windows é inicializado.
Programas sugeridos:

Vírus, malwares e problemas de registro

Um usuário iniciante tem a tendência de achar que todo problema em seu computador é causado por vírus, porém nem sempre isso é verdade. Em todo caso, se você já passou por todas as etapas acima e nada resolveu a lentidão, faça uma varredura com um antivírus para identificar qualquer malware que possa ter invadido seu computador.

Antes disso, no entanto, tenha certeza de que somente um antivírus está instalado: quando seu PC possui dois ou mais, eles entram em conflito porque um entende o comportamento do outro como sendo um vírus agindo. Assim, um tenta anular o outro, o que consome muita memória e, com certeza, deixa seu computador devagar.
Outra possibilidade de vagareza no sistema é a existência de registros corrompidos de programas. Os registros servem para identificar onde todas as funções de determinado programa estão localizadas, logo, se ele está preenchido erroneamente, o resultado é a lentidão, pois o sistema precisará procurar pelo HD inteiro onde estão os arquivos desejados.
Para acabar com os registros errados ou consertá-los, basta usar a opção presente em muitos programas limpadores de arquivos. Dessa forma, além de você consertar os registros, também desfragmenta o disco rígido e se livra de arquivos inúteis do sistema.
Programas sugeridos:

Pente fino: hora de verificar o hardware

Acima estão listadas as principais causas de lentidão em um computador resultantes de problemas relacionados ao software da máquina. Depois de explorar todas as possibilidades e não encontrar nada, não resta opção senão investigar dentro do computador.
Importante: sempre desligue o computador quando for mexer nos componentes internos. Além disso, caso não saiba como manusear suas peças, leia os artigos do Baixaki sobre manutenção de computadores.

Superaquecimento e sujeira

Quando seu computador esquenta demais o resultado é a lentidão. Os motivos podem ser vários: a pasta térmica no processador precisa ser trocada, o cooler não gira mais – portanto, não resfria o que deveria –, alguma peça está mal encaixada ou o excesso absurdo de sujeira dentro do gabinete atrapalha o funcionamento de alguns componentes.
A falta de manutenção preventiva em seu computador inevitavelmente faz muita sujeira ser acumulada dentro dele. O problema mais comum que isso causa é o travamento do cooler, fazendo-o parar de girar. Além disso, imagine que a sujeira sobre os componentes fosse como um “casaco” – o problema é que eles estão na “praia” sob um sol de 40 graus ao meio-dia!
Artigos sugeridos:

Computador obsoleto

Um computador antigo não é capaz de rodar aplicativos que exijam além das suas capacidades. Isto é, caso seu computador esteja lento, talvez esteja na hora de fazer um upgrade nele: colocar mais memória RAM, trocar o processador, aumentar o espaço do HD, atualizar a placa de vídeo... Em outras palavras: é mais fácil trocar o computador se o número de melhorias necessárias for alto demais, ou então, instalar somente programas que ele seja capaz de rodar.

Tela azul da morte

A partir do Windows XP a famosa e temida “Tela azul da morte” se tornou cada vez menos comum. Ela serve principalmente para identificar problemas de compatibilidade de hardware. Portanto, se você sempre encontra a tela azul, provavelmente é preciso trocar alguma peça de hardware ou atualizar o driver com problema.

O último recurso

Se depois de tudo isso você ainda não conseguiu acabar com a lentidão do Windows, ainda restam algumas opções: reparar o SO, reinstalá-lo ou, como última opção, formatar o computador. Nas duas primeiras, basta inserir o CD de instalação do Windows e selecionar a opção desejada. Tome cuidado para não escolher a opção errada e formatar o PC! Portanto, por via das dúvidas, faça um backup antes disso.
Artigos sugeridos:
 
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terça-feira, 9 de agosto de 2016

trraduttore, traditore





DEMI GETSCHKO

Demi Getschko

Traduttore, traditore

O adágio italiano fala da difícil tarefa de tradução: quem traduz corre sério risco de “trair” a ideia original, sem contar a quase impossível tarefa de traduzir poesia, preservando ritmo, expressão.
08/08/2016 | 05h00
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 Por Demi Getschko - O Estado de S.Paulo
Por décadas a computação batalhou para gerar ferramentas automáticas de tradução. O sucesso, entretanto, foi muito limitado. Traduções risíveis eram comuns e, ainda hoje, não é difícil achá-las. Expressões são particularmente ingratas e podemos “ficar a ver navios” (cuja versão para inglês gerou, hoje, “it is to see ships”!). É aí, como diria o Millôr, que “the cow went to the swamp”, a vaca foi pro brejo.

Leia mais

O busílis da questão é a semântica. Sem que se “entenda” a semântica da frase, trocar mecanicamente palavras de uma língua a outra leva muitas vezes a resultados cômicos. A abordagem elegante e adequada desse problema, que envolveria inteligência artificial e complexos algoritmos, está ainda bem longe da perfeição. 
Entretanto, há forma de se contornar o problema teórico e buscar melhor resultado. Menos “elegante” e mais baseada na “força bruta”, ela vem no rastro das tecnologias de base de dados, de inferências obtidas no tratamento de quantidades muito grandes de informação, de redes neuronais. A ideia é basear-se no que os humanos fizeram anteriormente e acumular tudo que se tem de tradução de textos, buscando traduções para a frase em questão. Em suma, trata-se de incorporar a experiência humana como parte importante dos algoritmos. É menos formal que o tratamento semântico, porém rapidamente gera resultados próximos do esperado.
Também pode ser uma forma de abordagem para jogos. Ao invés de codificar uma estratégia de jogo que avalie qualitativamente a solidez de uma posição, programam-se as regras dele, adiciona-se um arquivo gigantesco de todos os jogos conhecidos e coloca-se o computador a jogar contra si mesmo por um tempo. Ele pode “aprender a intuir” a melhor jogada e aperfeiçoar-se por meio da tentativa e erro.
Há tempos, quando a capacidade dos processadores era milhões de vezes menor do que a atual, a estratégia de criar programas que “aprendem” com a experiência de erros e acertos era pouco promissora. O processamento maciço de informação passou a suportar buscadores, tradutores, realidade aumentada e também programas para jogos com “intuição quase humana”.
De alguma forma isso representa uma visão inicial: o supercomputador como “calculadora prodigiosa e rapidíssima, executando trilhões de cálculos por segundo na resoluções de equações”. Afinal, se os humanos não tem “processador numérico embutido”, se temos apenas memória para lembrar da tabuada e das regras de multiplicação e divisão, simular nossa forma de pensar não passa por extrair raízes quadradas, senos e cossenos. Somos muito bons em inferir e diagnosticar situações, reconhecer padrões e objetos.
A forma de simulação que parece mais próxima (e até por isso assustadora) é de dotar a máquina da capacidade de tratar quantidades gigantescas de dados simples, e aprender com sua própria experiência. Como mais de um cientista já alertou, a inteligência artificial pode ser, talvez, “derradeira descoberta da espécie humana”.

sábado, 23 de julho de 2016

O Whatsapp está certo?

O WhatsApp está certo?

A consequência de garantir a segurança do usuário é que criminosos podem escapar
Pedro Doria
22 Julho 2016 | 05h00
Ao decidir suspender o WhatsApp na terça-feira, a juíza Daniela Barbosa Assunção de Souza não agiu como os magistrados que fizeram o mesmo antes dela. Não pediu, por exemplo, conversas passadas, que não são armazenadas. Pediu algo mais razoável: um grampo. Que a empresa Facebook, dona do WhatsApp, passasse a monitorar bate-papos entre criminosos específicos. A juíza da 2.ª Vara Criminal de Duque de Caxias (RJ) também reclamou, com razão, da arrogância de responder em inglês. Ainda mais quando o Facebook tem sede no Brasil.
Ainda assim, ao se negar a colaborar com a Justiça, o Facebook tem suas razões. Pode-se não concordar com elas. Mas é preciso ao menos compreendê-las.
Há uma razão técnica. Desde abril deste ano, o WhatsApp usa encriptação ponto a ponto. A mensagem que digitamos é transformada em código antes de deixar nossos celulares. Só se torna palavras compreensíveis novamente quando chega ao aparelho do destinatário. Assim, quando a mensagem passa pelos servidores da empresa para ser redirecionada, ela é ilegível. Por este motivo, argumentam os engenheiros, um grampo é impossível.
Há duas razões para a encriptação ocorrer desta forma.
Publicidade
A primeira interessa a todo usuário. É para evitar hackers. O sinal enviado pelo celular sai do telefone pelo ar, passa por uma antena da operadora, por cabos e servidores da internet até chegar ao Facebook e, de lá, segue o mesmo caminho, cabos e servidores abaixo, antena, ar, aparelho do recipiente. Um bom hacker com os programas certos e um notebook poderia interceptar o sinal. Se o fizer, verá uma mensagem cheia de símbolos, letras e números que não fazem qualquer sentido.
Por causa da encriptação ponto a ponto, o WhatsApp é seguro o suficiente para que possamos enviar a senha bancária ou as fotos mais comprometedoras. Ou cometer crimes, claro.
Aí há um dilema: segurança máxima para o usuário, segundo o Facebook, impossibilita grampos. Para que o sistema permitisse grampos, todos os usuários teriam de abrir mão de ter segurança.
Há um segundo motivo. O Facebook não quer colaborar com a Justiça. Não é só ele. A Apple não quer colaborar, o Google tampouco. É uma posição do Vale do Silício. O problema não é com a Justiça americana ou com a brasileira. Ou com a europeia. Os pedidos de juízes em países democráticos são quase sempre razoáveis. O problema, para empresas de comunicação global, é que elas estão em tudo quanto é tipo de país.
Basta imaginar a importância do uso de redes sociais no Egito, durante a Primavera Árabe. Ou no Irã, durante a Onda Verde de 2009. Milhares de manifestantes usaram as redes para planejar seus movimentos. Em ditaduras, pedidos formais da Justiça nem sempre ocorrem por motivos razoáveis. Pessoas são presas porque não gostam do governo, porque o criticam, porque planejam protestar contra. São presas, são torturadas, são até executadas.
Este é um dilema sério. Estes aplicativos têm atuação global. A consequência de garantir a segurança do usuário e a proteção de dissidentes é que criminosos podem escapar. A Apple já se recusou a ajudar o FBI a abrir um iPhone de um terrorista. Ali poderia haver informação capaz de salvar novas vidas. (O FBI, com o auxílio de uma empresa israelense, conseguiu abri-lo. Mas foi difícil e demorou.)
É daqueles dilemas nos quais não há meio-termo. É um ou outro. Não há resposta certa. O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, informou que os terroristas amadores presos na quinta se comunicavam por sistemas “como o WhatsApp”. Não está claro, ainda, se a Polícia Federal conseguiu quebrar a encriptação do aplicativo. Se conseguiu, talvez com a ajuda de serviços secretos estrangeiros, não foi fácil.
Pode-se discordar do Facebook e do resto do Vale do Silício. Mas entre a segurança de seus usuários e os pedidos do Estado, eles fizeram uma escolha.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

MAPA DOS CABOS SUBMARINOS DA INTERNET

Cabo submarino do google vai ligar são paulo e rio de janeiro

Cabo submarino do Google vai ligar São Paulo e Rio de Janeiro

Com velocidade de 13 terabits por segundo, rede submarina será usada para transmissão de dados da empresa
17/03/2016 | 07h00
 Por Thiago Sawada - O Estado de S. Paulo
Reuters
O Google anunciou nesta terça-feira, 15, que vai construir um cabo submarino de fibra óptica que interligará os Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. O projeto é gerenciado pelo Google em parceria com a Padtec, empresa nacional de infraestrutura óptica terrestre. Com o negócio, a empresa, que tem sede em Campinas, entra no segmento de cabos submarinos.
Leia também: 
Project Fi, do Google, passa a operar nos EUA sem exigir convite
Google quer testar internet por balões na Índia
Chamado de Júnior – em homenagem ao pintor e desenhista brasileiro José Ferraz de Almeida Júnior, que viveu no século XIX – o cabo terá 390 quilômetros de extensão e ligará a Praia da Macumba, no Rio de Janeiro, à Praia Grande, na Baixada Santista. As empresas pretendem finalizar a instalação e iniciar a operação do cabo no segundo semestre de 2017. O Google não revelou o valor investido.
De acordo com o gerente de parcerias de desenvolvimento de infraestrutura de internet do Google para a América Latina, Cristian Ramos, o Júnior será usado para transmissão de dados dos serviços da própria empresa. “Temos um tráfego muito grande no Google, por isso precisamos construir cabos para transportar todo este conteúdo”, diz. Atualmente, a companhia utiliza o serviço de grandes operadoras.
“O Google não tem o intuito comercial de vender capacidade de transmissão pelo cabo submarino”, afirmou Ramos, em relação aos planos de oferecer serviços a outras empresas. O Júnior terá capacidade máxima de transmissão de 13 terabits por segundo (Tbps) – para efeito de comparação, a maior parte das conexões de banda larga fixa no Brasil têm velocidade entre 2 Mbps e 12 Mbps, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Ao investir em uma infraestrutura de rede própria, o Google deve reduzir os contratos com operadoras de telecomunicações, o que permitirá que a empresa reduza custos para oferecer seus serviços no Brasil.
Submersos. Os cabos submarinos permitem transmitir grandes volumes de dados entre data centers separados por grandes distâncias. Nesses casos, o uso de cabos terrestres é inviável, já que eles teriam que ser ajustados a diversas condições geográficas. Além disso, os cabos submarinos estão menos sujeitos a cortes.
Composto por oito pares de fibra óptica e por três repetidores submarinos, o Júnior complementa outros projetos de infraestrutura de internet do Google: ele vai se conectar a outros dois cabos anunciados pela empresa, mas que ainda não estão em operação. Um deles é o Monet, de 10 mil quilômetros, que conectará Boca Raton, nos Estados Unidos, às cidades de Fortaleza e Santos. O segundo é o Tannat, que se estenderá por 2 mil quilômetros, ligando Santos ao Uruguai.

A revolução digital do varejo - Amazon

A revolução digital do varejo

A Amazon quer reinventar como se faz varejo no mundo físico


Pedro Doria
A Amazon, que em meados do ano passado inaugurou em Seattle sua primeira loja física, tem planos de abrir uma cadeia. Segundo um dos principais operadores de shopping centers dos EUA, seria algo entre 300 e 400 livrarias. A empresa não confirma, tampouco nega. O repórter do The New York Times que foi atrás de informações ouviu de uma pessoa que pediu para se manter em anonimato que o projeto de expansão existe, sim, mas é bem mais modesto.
Pavor talvez não seja a palavra. Não ainda. Mas há imenso receio entre os varejistas americanos. Temem o efeito Uber. Ou, pior, o novo efeito Amazon. Quando o site foi ao ar, em 1995, dizia ser a maior livraria do mundo. Marketing puro: tinha um catálogo extenso, mas os livros não estavam em estoque. Hoje, a Amazon tem 41% do mercado de livros impressos, segundo o Codex Group. (Mercado doméstico dos EUA em 2014, ainda não foram divulgados números do ano passado.) Em quase 21 anos de vida, a Amazon já pôs a pique a segunda maior cadeia de livrarias do país, a Borders. E forçou o fechamento de inúmeras lojas da Barnes & Noble.
Aqui no Brasil ainda é só uma livraria. Lá fora, não. Vende de tudo e vende muito. Já é a maior varejista americana. Não foram só cadeias de livrarias que fecharam em seu rastro. A Circuit City, uma das mais importantes marcas para quem queria comprar eletrônicos, fechou as portas por não aguentar a concorrência do e-commerce. Amazon à frente.
E aí está o mistério: o negócio online não para de crescer e, nele, a Amazon é tecnologicamente imbatível. Por que, então, erguer lojas de tijolos, com porta aberta para a rua?
A hipótese inicial é a de que é uma operação de branding. Marca. Como as lojas da Apple. Cada vez menos gente acredita nisso. A teoria corrente é mais ambiciosa: a Amazon quer reinventar como se faz varejo no mundo físico.
Uma patente descoberta por repórteres do site Recode descreve um equipamento capaz de identificar o cliente e o produto que carrega para fora da loja. Esqueça o caixa, esqueça filas. Basta entrar, pegar e levar. O preço será descontado do cartão de crédito registrado em sua conta Amazon. O documento, que é público embora escrito com linguagem hermética, não deixa claro que tecnologia se usa para reconhecer o cliente. Talvez seu celular. Ou até reconhecimento facial.
Um dos trunfos da Amazon é o preço dinâmico. Tem um poderoso software para antecipar os desejos de clientes e dá descontos. Em sua única loja física, os produtos não têm preço. É preciso sacar o celular, abrir o app da loja e ler um código. Hoje, os preços não são específicos por cliente como os do site. Mas isso pode mudar.
Os truques possíveis vão além. Se a Amazon conhece o padrão de compras e reconhece um cliente em sua loja, pode também oferecer produtos que ele não cogitasse comprar. Traz, para o mundo físico, habilidades que só existiam no virtual. Revoluciona o negócio. Efeito Uber no varejo.
A Amazon está em dois ramos. Um, o do e-commerce. Outro, o da hospedagem e prestação de serviços para empresas, como Uber e Netflix. Talvez o plano seja vender uma solução para outros que já operam no setor.
Pavor ainda não é a palavra. Mas, ao que tudo indica, a experiência de entrar numa loja mudará profundamente. Ao menos, este parece ser o plano da empresa que já transformou este negócio uma vez. O risco é tornar-se um monopólio.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

COMO LIBERAR MEMÓRIA E GANHAR ESPAÇO NO aNDROID


Veja como liberar memória e ganhar espaço no seu Android

Dá pra fazer tanta coisa com o smartphone, né? Mas quando o aparelho começa a ficar com pouca memória, é comum ficar mais lento e demorar para carregar aplicativos e funções básicas.
Vou te mostrar como liberar espaço na memória do seu Android.
Dá para ver o que está ocupando a memória do aparelho

Pra começar, descubra o que está ocupando espaço, assim você consegue saber o que fazer pra deixar o seu smartphone como novo! É só ir nas configurações do aparelho e depois em “Armazenamento”. Aqui é possível ver quanto espaço está sendo destinado a aplicativos, fotos, vídeos, áudios, download, entre outros.
Você também pode usar um aplicativo pra te ajudar a limpar o celular, como o CCleaner. Com ele dá para ver quanto de armazenamento interno está sendo usado e ainda fazer uma varredura na memória interna para remover o que não é útil.
Salve os arquivos na nuvem
Dá para ganhar espaço transferindo fotos e vídeos para um aplicativo de armazenamento em nuvem, como o Google Drive, Dropbox e OneDrive. Lá seus arquivos ficam seguros e você consegue acessar do smartphone, tablet, notebook, sempre que quiser.
É só copiar os arquivos para o app e depois que estivem salvos, você pode apagar do smartphone. Também dá para configurar o app para transferir os arquivos direto da câmera. Prático, né?
Faça uma limpeza nas suas fotos
Você também pode fazer uma limpeza na sua galeria de fotos. Sem precisar revirar todos os arquivos até achar um que deva ser apagado, dá pra usar apps que fazem isso para você. O Gallery Doctor, por exemplo, identifica as fotos que estão embaçadas, escuras, com baixa qualidade e duplicadas. Aí é só você escolher quais podem ser apagadas e pronto!
Aumente a memória do smartphone com um cartão SD
Alguns smartphones Android permitem expandir a memória com a ajuda de um cartão microSD . Dá para guardar músicas, vídeos, fotos e documentos. Se o seu Android for antigo, dá até para armazenar aplicativos no cartão externo. Vá em Configuração e depois Aplicações. Selecione o aplicativo e clique em “Mover para Cartão SD”. Pronto!
Mas olha só, pra isso, é preciso que o sistema operacional seja uma versão até o 4.3 Jelly Bean, tá? Pra descobrir qual é sua função, vá em “Configurações”, depois em “Sobre o Telefone” e procure a versão do seu sistema.
E tem mais!

Não salve as imagens e vídeos recebidos pelo whatsapp
Quando você recebe fotos e vídeos pelo WhatsApp, os arquivos ficam salvos no álbum do celular. Para evitar que isso aconteça, entre no aplicativo e lá nas configurações clique em “Download automático de mídia”. Desmarque todas as opções de arquivos que aparecerem. Depois disso, volte para o menu anterior, escolha “Quando conectado ao WiFi” e também desmarque todas as opções. Dessa forma, só serão baixados os arquivos que você desejar.
Pronto! Agora o seu Android está como novo! E as dicas para iOS vou deixar pra semana que vem.
E aí, consegui te ajudar? Sempre que você tiver qualquer dúvida, é só falar comigo nas redes sociais! Use a #LuExplica que eu respondo tudo.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

10 truques para usar melhor o Whatsapp

10 truques para usar melhor o WhatsApp

Na última sexta-feira, nós explicamos como usar dois números de WhatsApp em um telefone só. Agora, uma lista com 10 truques que você talvez não conheça pode melhorar sua experiência no aplicativo. É possível, por exemplo, recuperar mensagens apagadas, bloquear o acesso de pessoas estranhas às conversas e até agendar mensagens. Confira:

1. Mude o número do seu WhatsApp

Quem já usou vários números no mesmo aparelho provavelmente já se deparou com o seguinte problema: ao passar o telefone a uma pessoa, teve que dar o número do chip e  o que está sincronizado com o WhatsApp. Para resolver o problema, há duas maneiras: desinstalar e instalar novamente o app (a mais difícil) ou alterar dentro do próprio programa.
Em 'Ajustes', clique em ‘Conta’ e em ‘Alterar número’. Depois de alterar o telefone, o usuário receberá um código via SMS que será validado dentro das configurações. Os grupos e contatos serão mantidos e o número anterior será substituído pelo novo em conversas coletivas.
2. Desative o 'visto por último'
Android e iOS permitem desativar o recurso que mostra quando o app foi aberto pela última vez. Clique em 'Ajustes' e em ‘Conta’ e depois em ‘Privacidade’. Desative o ‘Visto por último’ para todos os contatos. Mas lembre-se: quando estiver online, as pessoas conseguirão ver.
3. Bloqueie o app quando não quiser que outras pessoas o vejam
Existem diversos aplicativos para Android e iOS que permitem que o usuário bloqueie todas as conversas quando alguém desautorizado quiser vasculhar. Segundo o próprio WhatsApp, existem diversas opcões de apps para Android que realizam a tarefa. Confira todas elas aqui.
4. Arquive todas as conversas
O recurso de backup automático do WhatsApp salva todas as conversas e permite restaurá-las caso o app seja desinstalado ou o usuário mude de número. É possível realizar a atividade manualmente, escolher com que frequência a tarefa será realizada e até desativar o recurso.
5. Acesse as mensagens apagadas (Android)
Pelo Android, é possível acessar as mensagens apagadas porque elas ficam armazenadas no cartão de memória, que os iPhones não possuem. Vá até a pasta ‘WhatsApp’ do cartão SD e clique em ‘Databases’. Lá dentro, é possível ver arquivos como ‘msgstore-2015-01-04.1.db.crypt’. Como é fácil perceber, elas indicam a data em que foram criadas. Na pasta também fica um arquivo chamado ‘msgstore.db.crypt’. Altere seu nome para algo como ‘backup-msgstore.db.crypt’.
Depois de renomear o arquivo, basta alterar a conversa com a data desejada e o renomeie para msgstore.db.crypt. A última etapa é ir abrir as configurações do celular. Em ‘Aplicativos’, ‘Gerenciar Aplicativos’ e ‘WhatsApp’, clique em limpar todos os dados.
Quando abrir o WhatsApp, o app vai pedir que o usuário restaure as informações a partir da cópia de segurança. Clique em ‘Restaurar’ e tudo voltará ao normal.
6. Oculte sua foto de perfil para quem não está em sua lista de contatos
No menu de privacidade, selecione ‘Apenas contatos’ em ‘Foto do perfil’.
7. Agende uma mensagem pelo WhatsApp (Android)
O aplicativo Seebye Scheduler permite agendar mensagens para enviar aos contatos da lista.Mas preste atenção: é preciso ter o acesso root habilitado no telefone.
8. Receba as notificações do celular no PC
Para usar o WhatsApp pelo computador basta acessar o WhatsApp Web, mas é necessário ficar com o site aberto para visualizar as notificações. Outra opção é o Pushbullet, que consegue fazer a ligação entre seu computador e seu celular, para que o usuário verifique as notificações diretamente no seu desktop sem a necessidade de olhar para o celular. Assim, quando chegar alguma mensagem do WhatsApp, ela deve aparecer no computador por meio de uma extensão para o navegador.
9. Impeça o download automático de mídia para o celular
Desative o item ‘Salvar Mídia Recebida’ em ‘Ajustes de Conversa’ e economize espaço no aparelho, escolhendo apenas as imagens que deseja baixar.

10. "Engane" a confirmação de leitura

Para visualizar uma mensagem sem confirmar sua leitura, ative o modo avião quando recebê-la. Abra naturalmente o WhatsApp e leia o que desejar. Atenção: em celulares Android, ao reativar o celular, as barras azuis aparecerão automaticamente.  No iOS isso só vai acontecer quando o usuário realmente abrir o aplicativo.

Se preferir, é possível desativar de vez a confirmação de leitura. Vá em "Ajustes", "Conta" e "Privacidade" e desative a confirmação de leitura. Ao fazer isso, não será possível visualizar a confirmação de itens enviados aos seus contatos. A confirmação em grupos, no entanto, será mantida.
Via Buzzfeed e  Geekscab

domingo, 1 de maio de 2016

whatsapp 01

Publicado em 18 de fev de 2016
download codigo de ativação do whatsapp http://bc.vc/at55EP
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Essas perguntas são frequentes, porque, na maioria das vezes, as pessoas sentem a necessidade de se ter um contato oculto no Whatsapp sem excluir ou bloquear o contato e, muito menos, sem precisar baixar nenhum tipo software/aplicativo.

Existe um método bem simples, fácil e rápido para ocultar os contatos do Whatsapp sem excluir nem bloquear o número. Também não precisa baixar nenhum software/aplicativo nem mudar configurações do seus celular. O procedimento funciona em todos os celulares.


Na agenda do seu telefone, encontre o contato que deseja ser ocultado e, em seguida, clique em editar número. Faças a seguinte alteração: coloque o símbolo de + entre o código de área (DDD) e o número. Exemplo:

Contato normal está assim:

0119999-9999

Contato oculto tem que ficar assim:

011+ 9999-9999

Lembrando que os três primeiros números são DDD. Ou seja, o mais (+) vai entre o DDD e o número do telefone. Depois disso, atualize o Whatsapp e o contato já vai estar oculto. Quando quiser que o contato volte a aparecer no Whatsapp, edite-o e retire o sinal de mais (+).




Este procedimento foi testado em diversos aparelhos, como Moto G primeira e segunda geração, Moto X primeira e segunda geração, Moto E primeira e segunda geração, Iphone 1 2 3 4 5 e 6, Linhas Samsung Galaxy S, Windows Phone, Nokia Lumia todas as versões, Linhas LG, Nexus, Asus, entre outros.




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sábado, 9 de abril de 2016

como saber se meu celular está infectado

Como saber se meu celular está infectado

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230.211
(Fonte da imagem: Reprodução/ThinkStock)
É praticamente uma regra universal: se há um sistema operacional, um malware rapidamente é criado para ele. Assim acontece nos computadores e — acompanhando as novas tendências — nos celulares, que estão sendo bastante utilizados para diversos tipos de transações, como de dados bancários, por exemplo. Tudo o que um bom hacker gosta.

Os vírus para telefones podem fazer diferentes estragos, como realizar ações que não foram solicitadas ou mesmo desconfigurar os dispositivos. No entanto — assim como também é comum ver nas histórias em quadrinhos nas quais para cada vilão há sempre um herói —, aplicativos que atuam como antivírus também foram desenvolvidos para que os celulares fiquem mais seguros.

Por isso, o jeito é ter sempre um bom antivírus, pois prevenir ainda é o melhor remédio — especialmente por alguns vírus não serem muito visíveis até aos mais cuidadosos. Estes, em alguns casos graves, podem enviar suas conversas e mensagens de texto a um hacker (mesmo você não tendo nenhum conhecimento sobre isso).

Mas alguns malwares apresentam ações que podem entregar a presença deles em um celular. Confira abaixo uma lista dos sintomas causados por alguns vírus e saiba como identificar se seu telefone adquiriu um “mau visitante”:

1 - Bateria

Entre as ocorrências mais comuns de um malware no celular está a pouca duração da bateria. Se antes ela durava consideravelmente bem, mas agora “morre” inclusive no primeiro sinal de que ela está fraca, fique com um pé atrás: é bem possível que um vírus esteja brincando com a “vida” da sua bateria — e de uma maneira nada divertida.

(Fonte da imagem: Reprodução/ThinkStock)

2 - Bluetooth

Permaneça atento ao sinal de Bluetooth que aparece na tela do seu celular. Se ele está ativo sem que você tenha solicitado — e, mesmo quando você o desativa, ele volta a ficar disponível —, é provável que um vírus esteja utilizando seu telefone para enviar arquivos infectados para outros aparelhos em que o Bluetooth esteja ativo e tenha sido detectado.
(Fonte da imagem: Reprodução/ThinkStock)

3 - Ações suspeitas

Seu telefone reinicia sem que isso tenha sido solicitado? Alguns arquivos não abrem por estar corrompidos? Os aplicativos apresentam um mau funcionamento e mesmo alguns botões não estão desempenhando muito bem as funções que deveriam? Desligar o celular se tornou uma dor de cabeça?

(Fonte da imagem: Reprodução/ThinkStock)
Não, o seu telefone não precisa ser jogado fora. Ele pode estar apenas com um vírus fanfarrão — como os muitos já vistos em computadores — que adora desconfigurar um aparelho. Se esse é seu caso, antes de ir comprar um novo telefone, tente instalar um aplicativo antivírus. Ele poderá ser a solução.

4 - Mensagens de texto

Infelizmente, em alguns casos, você só saberá dos trojans para SMS quando a conta do telefone chegar ou seu crédito estiver acabando mais rápido do que você queria. Isso acontece por esses tipos de malware enviarem mensagens para sua lista de contatos, sem que você tenha pedido por isso.

(Fonte da imagem: Reprodução/ThinkStock)

Fique de olho

Apesar de alguns desses sintomas terem um reconhecimento mais simples, alguns vírus não são tão “bonzinhos” e se escondem muito bem. O principal problema é que, normalmente, são exatamente esses os piores: eles não mostram suas ações, adquirindo informações sigilosas e causando mais dor de cabeça do que a proporcionada por um aplicativo que não está funcionando direito.
Assim, a dica constante é: tenha um antivírus e fique atento às ações do seu celular, pois agora ele também faz parte do mundo de vítimas dos malwares — juntamente com os computadores.

Fonte: Security Watch e Tech Dug

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Aviso d Gmail sobre criptografia



Thereza



Criptografia de e-mail em trânsito (TLS)

O Gmail aceita criptografia em trânsito com o protocolo TLS (Transport Layer Security). Os e-mails que você receber e enviar serão criptografados automaticamente, sempre que possível. Alguns outros serviços de e-mail não são compatíveis com o TLS, portanto, as mensagens trocadas com esses serviços não serão criptografadas por TLS.
No Gmail no seu computador, você pode conferir se uma mensagem recebida foi enviada por TLS, basta clicar na pequena seta para baixo no canto superior esquerdo do e-mail e ler os detalhes da mensagem.
Se você vir um ícone de cadeado vermelho aberto em uma mensagem recebida ou em um e-mail que estiver prestes a ser enviado, isso significa que a mensagem talvez não esteja criptografada.

Se você vir o cadeado vermelho ao escrever uma mensagem

Não envie material confidencial, como formulários fiscais ou contratos, para esse endereço de e-mail.

Se você vir o cadeado vermelho ao visualizar uma mensagem recebida

Essa mensagem foi enviada sem criptografia. Na maioria dos casos, não há nada a ser feito. Se a mensagem continha algum conteúdo sigiloso, avise o remetente para que ele possa entrar em contato com o provedor de serviço dele.

Por que alguns e-mails não são criptografados

Se a pessoa com quem você estiver trocando e-mails usar um serviço de e-mails que não criptografa todas as mensagens por um sistema chamado TLS (Transport Layer Security), é possível que os e-mails dela não sejam seguros, apesar de o Gmail fazer a criptografia sempre que possível. Para o TLS de entrega funcionar, os serviços de entrega de e-mails do remetente e do destinatário precisam usar sempre o TLS. Saiba mais sobre a entrega de e-mails com criptografia por TLS.

Eu vejo um cadeado vermelho aberto ao responder a uma mensagem sem um cadeado vermelho

É possível que alguns provedores de e-mail enviem mensagens aos usuários do Gmail com TLS, mas não sejam compatíveis com o recebimento de mensagens criptografadas.

Alguns casos especiais

Quando você escreve uma mensagem, o Gmail tenta determinar se os serviços de e-mail dos destinatários são compatíveis com criptografia. O Gmail avisa você se determinar que esses serviços não eram compatíveis com criptografia anteriormente. É possível que esse recurso não funcione com precisão se a mensagem não estiver sendo enviada diretamente pelo Gmail, por exemplo, se você tiver configurado um endereço de origem personalizado por meio do serviço de e-mail de outro domínio.


segunda-feira, 21 de março de 2016

Tipografia

Design Blog
Vídeos sobre design

O que é tipografia?

Em design só se fala sobre tipografia e tipologia. Afinal, o que é isso? Qual a importância da tipografia na vida do designer gráfico? No que consiste a tipografia? Está na hora de responder suas perguntas.

Atenção! Você está lendo um artigo antigo! Acesse este link para visualizar o artigo novo e mais completo!
O que é tipografia?

O que significa?

Tipografia é a impressão dos tipos. Está morrendo com o computador. Tipologia é o estudo da formação dos tipos. Cresce a cada dia. Mas no final, a nomenclatura usada é tipografia. Como fonte (família do tipo) é atualmente chamada de tipo.
O termo tipo é o desenho de uma determinada família de letras como por exemplo: verdana, futura, arial, etc. As variações dessas letras (ligth, itálico e negrito, por exemplo) de uma determinada família são as fontes desenhadas para a elaboração de um conjunto completo de caracteres que consta do alfabeto em caixa alta e caixa baixa, números, símbolos e pontuação.
Os tipos constituem a principal ferramenta de comunicação. As faces alternativas de tipos permitem que você dê expressão ao documento, para transmitir instantaneamente, e não-verbalmente, atmosfera e imagem
No uso da tipografia o interesse visual é realizado através da escolha adequada de fontes tipográficas, composição (ou layout) de texto, a sensibilidade para o tom do texto e a relação entre texto e os elementos gráficos na página. Todos esses fatores são combinados para que o layout final tenha uma “atmosfera” ou “ressonância” apropriada ao conteúdo abordado. No caso da mídia impressa, designers gráficos costumam se preocupar com a escolha do papel adequado, da tinta e dos métodos de impressão.
O conhecimento da tipografia é essencial aos designersO conhecimento adequado do uso da tipografia é essencial aos designers que trabalham com diagramação, ou seja, na relação de texto e imagem. Logo a tipografia é um dos pilares do design gráfico e uma matéria necessária aos cursos de design. Para o designer que se especializa nessa área, a tipografia costuma se revelar um dos aspectos mais complexos e sofisticados do design gráfico.

Classificação das fontes

Na tipografia, as fontes tipográficas (ou apenas fontes) são classificadas em 4 grupos básicos: as com serifas, as sem serifas, as cursivas e as fontes dingbats.
Tipos de fontes tipográficas

Elementos das fontes

Toda e qualquer fonte tipográfica é composto por elementos distintos, tais como:
  • Linha de Base (baseline)
  • Linha Central (meanline ou midline)
  • Ascendente (ascender)
  • Descendente (descender)
  • Letra Caixa Alta (upper-case)
  • Letra Caixa-baixa (lower-case)
  • Altura de x (x-height)
  • Cabeça ou Ápice (apex)
  • Serifa (serif)
  • Barriga ou Pança (bowl)
  • Haste ou Fuste (stem)
  • Montante ou Trave (diagonal stroke)
  • Base ou Pé (foot)
  • Barra (bar)
  • Bojo (counter)
  • Etc
Características da tipografia
O arranjo de tipos é a seleção de fonte, altura da letra (point size), largura da linha, espaçamento entre-linha (leading) e espaçamento entre-letras (kerning). Isto tudo visa melhorar a legibilidade do texto a ser escrito, facilitando o entendimento dele além de providenciar um conforto aos olhos de quem lê.
Não confunda leiturabilidade com legibilidade: Leiturabilidade é relacionada a língua em que o texto é escrito ou entendido – diz respeito a dificuldade da língua em si, e não sua aparência. A ergonomia é uma das disciplinas que estuda o efeito da tipografia nos seres humanos, examinando o conforto visual, o entendimento da mensagem, entre outras coisas.

Alinhamento

Há cinco maneiras básicas de organizar as linhas de composição em uma página:
1) Justificada: todas as linhas têm o mesmo comprimento e são alinhadas tanto a esquerda quanto a direita.
2) Não-justificada á direita: as linhas têm diferentes comprimentos e são todas alinhadas á esquerda e irregulares a direita.
3) Não-justificada á esquerda: as linhas têm diferentes comprimentos e são alinhadas á direita e irregulares a esquerda.
4) Centralizada: as linhas têm tamanho desigual, com ambos os lados irregulares.
5) Assimétrica: um arranjo sem padrão previsível na colocação das linhas.
Alinhamento de parágrafos

Dicas importantes

Alinhamento: Evite alinhamento centralizado em textos longos. O excesso de espaço branco nas laterais tende a fazer a pessoa se perder. Opte por textos alinhados a esquerda, sem justificativa (caso as palavras fiquem com espaçamento grande d   e   m   a   i   s   entre elas)
Contraste: Nunca utilize tipo claro em fundo claro, ou tipo escuro em fundo escuro. Opte sempre pelo contraste. Afinal de contas, texto é para ser lido! Para impressos, o melhor é sempre letra preta no papel branco. Já para os computadores, há muita divergência de opiniões: para muitos, letra branca em fundo preto é menor pois na tela o branco é uma luz emitida, enquanto o preto é ausente (o que supostamente deveria facilitar a leitura além de não consumir tanta energia elétrica). Mas isto ainda é disputado. De qualquer maneira, contraste sempre.
Use apenas uma categoria de fonte: Se você fizer um texto todo com uma fonte serifada, utilize apenas fontes serifadas no resto do texto. Não mude no meio do caminho, pois isso pode trazer uma confusão visual ao leitor. Claro que se você quiser usar uma fonte como título de um texto e prosseguir com uma fonte diferente, manda bala. Mas…
Se for mudar de fonte, deixe óbvio a mudança; Dá pra criar um texto com título em Georgia e corpo do texto em Helvetica (serifada e sem-serifa, respectivamente). Mas deixe óbvio a mudança – use uma cor diferente, um fundo diferente, ou um tamanho de letra diferente. Além de criar um impacto visual melhor, a pessoa não fica achando que o designer errou na hora de utilizar suas fontes.
Contraste
Não se esqueça dos princípios básicos do design. Já fiz um artigo sobre isto antes.

Vídeos tipográficos

Para finalizar, confira alguns vídeos interessantes:
O que é tipografia. Vídeo em inglês bem produzido explicando rápidamente o que vêm a ser tipografia. Link do YouTube.

Escola Tipográfica. Vídeo em inglês promovendo uma escola tipográfica. Link do YouTube.

Bibliografia

sábado, 19 de março de 2016

Seaborn conclui captação parfa financiar cabo ligando Brasil e EUA



Seaborn conclui captação para financiar cabo ligando Brasil a EUA

Empresa anunciou obtenção de financiamento total de US$ 500 milhões para tocar a iniciativa


cabo seabornA Seaborn Networks concluiu a captação de US$ 500 milhões para financiar a construção do cabo submarino que ligará a cidade de São Paulo a Nova York, nos Estados Unidos. O cabo óptico, batizado de Seabras-1, conectará diretamente pontos de presença entre as metrópoles.
O dinheiro virá do Partners Group, fundo de equity dos Estados Unidos. Além dos US$ 500 milhões, a Seaborn financia uma dívida resultante da iniciativa de US$ 267 milhões, com empréstimos junto aos bancos Natixis, Santander, Commerzbank e Intesa Sanpaolo, tendo como fiadora a Agência de Crédito para Exportação da França (Coface).
O cabo terá seis pares de fibra e capacidade inicial de transporte de 72 Tbps. Segundo a companhia, será o primeiro a conectar diretamente centros comerciais e financeiros de Brasil e Estados Unidos. O cabo terá ramais que o conectarão a Halifax (Canadá), Ashburn, Miami e St. Croix (EUA), Fortaleza e Rio de Janeiro (Brasil) e Las Toninas (Argentina).
A infraestrutura vem sendo implantada desde 2014 pela Alcatel-Lucent Submarine Networks, que agora passa a ser uma empresa da Nokia. A Seaborn também adiou a entrada em funcionamento do cabo. Prevista para acontecer até o final deste ano, agora a empresa afirma que ativará o cabo no segundo trimestre de 2017. (Com assessoria de imprensa)

Google vai ligar Uruguai e Brasil com cabo de fibra óptica submarina


Google vai ligar Uruguai e Brasil com cabo de fibra ótica submarina

Cabo de 2 km deve ficar pronto no fim de 2017.
Estrutura deve aumentar capacidade atual para 90 terabits por segundo.

Da EFE
Uruguai e  Google assinaram nesta quinta-feira (5) um acordo para instalar um novo cabo submarino de fibra ótica que conectará a cidade uruguaia de Maldonado com Santos e que, junto a outro já em fase de implementação, unirá e melhorará a conectividade de banda larga entre os Estados Unidos e o Cone Sul.
Esse cabo, que deve estar pronto no fim de 2017, tem 2 mil quilômetros de extensão e seis pares de fibras, aumentando a capacidade de banda do sistema atual para 90 terabits por segundo, cerca de 15 milhões de vezes mais rápido que um modem normal.
"Abre ao Uruguai e à região grandes possibilidades de interconexão regional e com o mundo", explicou Pedro Less de Andrade, diretor de Políticas Públicas e Assuntos Governamentais do Google na América Latina, em um ato realizado na sede da empresa estatal de telecomunicações do Uruguai, Antel, em Montevidéu.
"A expansão da infraestrutura e da capacidade de banda larga é um esforço que não pode ser realizado por uma só entidade, por isso achamos que é importante juntar forças", explicou Less, sobre a aliança com a Antel para o desenvolvimento da iniciativa.
O projeto, conhecido como Tannat, representa para a Antel um investimento de US$ 30 milhões. Ele complementa outro programa, o Monet, que ligará Santos e Boca Ratón (Flórida, EUA) por cabos submarinos, já em fase de implementação.
O Monet, aprovado no ano passado, também foi feito pelo Google com um consórcio de empresas, incluindo a Antel, que investiu quase US$ 50 milhões nessa ocasião.
"É uma grande alegria para todos os uruguaios que esse projeto se concretize, o projeto mais importante que o Uruguai levou adiante em termos de infraestrutura", disse a ministra de Indústria, Energia e Mineração, Carolina Cosse.
Para ela, a ligação facilita o acesso a uma "enorme" capacidade de banda larga internacional, que permite a Antel deixar de ser somente cliente para ser fornecedora no Uruguai e na América Latina.
Nesse sentido, lembrou que há cinco cabos que ligam os EUA e a América do Sul, e apenas dois deles vão até o Uruguai.
A última instalação de cabos submarinos para ligar Brasil e Uruguai ocorreu em 1994. Já a nova instalação terá vida útil de 25 anos, conforme a ministra.
O presidente da Antel, Andrés Tolosa, disse que todos os países da região tem "necessidade" de ampliar sua capacidade de internet, por isso o novo cabo abre a possibilidade de venda à Argentina, Paraguai, Chile, Brasil e outros países.
Atualmente, 333 milhões de pessoas na América Latina têm acesso à internet.
A Alcatel-Lucent Submarine Networks foi escolhida para realizar os trabalhos "desde a construção do cabo a sua instalação na praia Brava de Punta del Este", no Uruguai, explicou o presidente da empresa, Phillipe Dumont.
"Sonhamos em conectar todo o mundo à internet e que os usuários possam ter acesso em qualquer lugar com a melhor qualidade de serviço para aproveitar todos os benefícios da rede. E, dessa maneira, integrá-los à sociedade da informação e do conhecimento", disse o porta-voz do Google.

Novo cabo USB que poderá ser encaixado dos dois lados

Início » Hardware e acessórios » Mais uma vitória da humanidade: este é o novo cabo USB que poderá ser encaixado dos dois lados

Mais uma vitória da humanidade: este é o novo cabo USB que poderá ser encaixado dos dois lados

Por
2 anos atrás
Em dezembro, a USB 3.0 Promoter Group afirmou que estava desenvolvendo um novo conector USB. Chamado de tipo C, ele teria dimensões menores para permitir a criação de dispositivos ainda mais finos. E o mais importante: o formato seria reversível, o que significa que a frustração em tentar encaixar o cabo do lado errado finalmente se tornaria coisa do passado. Hoje, temos a primeira ideia de como será o conector.

No cabo USB 3.1 tipo C, os plugs têm dimensões parecidas com as do Micro USB que está presente na maioria dos smartphones. Além do conector poder ser encaixado de qualquer lado, o cabo também entra em qualquer direção: ele é simétrico, e as duas pontas dos fios são exatamente iguais. Este é o desenho feito pela Foxconn para demonstrar o novo conector, ao lado do tradicional cabo USB não reversível, que continuará existindo:
usb-3-1-tipo-c
Os notebooks poderão ficar ainda mais finos
Os notebooks poderão ficar ainda mais finos
O formato do conector pode mudar um pouco até a especificação ser finalizada, mas é seguro dizer que ele não será compatível com as portas USB disponíveis nos computadores de hoje. Ou seja, nós ainda precisaremos sofrer um pouco com os nossos dispositivos atuais e teremos que torcer para as fabricantes adotarem logo o novo padrão — além de rezar para que os adaptadores não sejam muito caros.
A USB 3.0 Promoter Group publicará as especificações finais do conector tipo C em julho, quando as fabricantes deverão lançar os primeiros cabos. Além de ser reversível, os novos cabos fornecerão alimentação elétrica de maneira mais eficiente e o padrão está preparado para futuros upgrades de velocidade — os primeiros cabos suportarão até 10 Gb/s, a taxa de transferência do USB 3.1.
Com informações: The Verge.
Início » Banda larga e telecomunicações » Não, o cabo submarino para a Europa não pretende separar o Brasil dos EUA

Não, o cabo submarino para a Europa não pretende separar o Brasil dos EUA

Por
1 ano atrás
fibra-optica
A internet ficou furiosa após uma notícia do Gizmodo informando que um novo cabo submarino entre Brasil e Europa significaria o início de um rompimento da relação do país com os Estados Unidos. Calma, não é bem assim: a fibra óptica pretende melhorar a conexão com a internet dos brasileiros e também reduzir custos.
É certo que existam vários cabos submarinos ligando Brasil e Estados Unidos. Esses cabos são praticamente essenciais para nós, já que boa parte do conteúdo utilizado pelo Brasil está hospedado no exterior, sobretudo Estados Unidos e Europa. Como os Estados Unidos possuem cabos espalhados para diversos cantos do planeta, servem como uma espécie de hub para troca de conteúdo com o resto do mundo.
Os atuais cabos submarinos da América do Sul (Fonte: Teleco)
Os atuais cabos submarinos presentes no Brasil (Fonte: Teleco)
A ideia de construir um cabo óptico até a Europa tem como objetivo evitar esse hub. Isso é bom por dois motivos: reduzir o custo de conexão (não é barato trafegar uma informação entre Brasil, Estados Unidos e Inglaterra, por exemplo) e, na pior das hipóteses, passar a ter um plano B de comunicação caso algo errado aconteça, tanto na relação diplomática entre Brasil e Estados Unidos como em algum possível ataque ou reclusão por parte dos americanos.
Antes de se deixar levar por todo esse burburinho levantado pela imprensa americana, é importate notar que o Brasil já possui um cabo submarino ligado diretamente com a Europa há mais tempo: trata-se do Atlantis 2, que está em operação desde 2000 e tem capacidade atual de 20 gigabits por segundo.
Hoje, 20 gigabits por segundo é insuficiente para manter o tráfego entre dois continentes. O novo cabo, que será construído pela Telebras foi planejado desde setembro de 2012 (muito antes de surgir o escândalo da NSA, em julho de 2013) e ainda não teve sua capacidade divulgada.
A utilização de tecnologia não-americana para a construção do cabo é algo bastante recorrente no setor de comunicações brasileiro, que prioriza a utilização de tecnologia nacional. Ainda não foi divulgada a capacidade do novo cabo submarino, mas não importa qual ela seja: o Brasil continuará dependendo fortemente dos Estados Unidos para se comunicar com o resto do mundo.
Portanto, não há o que temer. A tendência natural é que futuramente surjam mais cabos submarinos conectando o Brasil diretamente com outros países, otimizando nossa conexão. Além da ligação direta entre Brasil e Europa, a Telebras pretende construir mais outros três cabos ópticos, ligando o Brasil ao próprio continente americano (!) e africano, além de um dentro do país para integrar o território.
É bom lembrar que existe mais um cabo submarino planejado ligando o Brasil aos Estados Unidos: o Google, a operadora Algar, a uruguaia Antel e a Angola Cables anunciaram uma estrutura que ligará a cidade de Boca Ratón, na Flórida, até as cidades de Fortaleza e Santos.